Whitley Strieber Em 1979, um dos oficiais da Força Aérea americana supostamente envolvido no caso Roswell decide, depois de já velho e aposentado, expor o que aconteceu naquela noite que marcou a história desta cidadezinha dos EUA. Isto é o que conta o autor Whitley Strieber no livro “Majestic”.

Strieber é um escritor americano familiar ao terror, sendo conhecido principalmente por dois livros do gênero, The Wolfen e The Hunger. Mas grande parte de seu sucesso se deve a um livro de não-ficção chamado “Communion”, onde o autor expõe suas estranhas e surreais experiências relacionadas à abduções alienígenas. A partir de Communion, Strieber escreveu uma série de histórias baseadas ou relacionadas ao tema do fenômeno UFO, dos quais Majestic é um dos mais curiosos, principalmente pelo seu conteúdo e pelas alegações a respeito da história.

Majestic segue o jornalista Nicholas Duke, que investiga o tema através das confissões e documentos de Wilfred Capa Livro Projeto Majestic Stone, oficial da Força Aérea aposentado supostamente envolvido no incidente de 1947 em Roswell. A história, apesar de ser claramente uma ficção, traz uma série de informações reais que corroboram a história e nos fazem pensar no quanto de realidade e no quanto de ficção tem a obra.

O livro conta com recortes de jornal com notícias da época dos incidentes, memorandos confidenciais entregues por Stone ao jornalista, além de relatórios que incluem a autópsia de um dos corpos encontrados junto ao objeto. Tudo isso em meio à uma narrativa que mistura incidentes reais, alegações, suposições e pura ficção em uma história que, conforme avançamos, não conseguimos distinguir o que é fato do que é conto, e onde não sabemos onde a ficção termina e a realidade começa.

Majestic foi lançado no Brasil pela editora Mercuryo com o nome de Projeto Majestic – A nave perdida

 

“Então, isto aqui é ficção. Tudo o que está daqui para a frente – todos os documentos, os memorandos, as entrevistas – não passa de ficção. A história é fictícia, o Will é fictício e eu também. As únicas coisas verdadeiras aqui são as reportagens de jornal. É muito fácil confirmar que são verdade. Então, porque mentir?”

-Nicholas A. Duke

 

Fonte: Uarevaa

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