(Os dois objetos possuem características semelhantes de tamanho, direção e velocidade de deslocamento, além de serem observados em uma noite com céu limpo e sem variação de temperatura, tornando-se impossível de criar qualquer tipo de miragem, conforme explica Schütz / FOTO: ARQUIVO/DM ) Associação Carazinhense de Astronomia e Estudo de Fenômenos Espaciais afirma que os Objetos Voadores Não Identificados que foram vistos por alguns carazinhenses entre os meses de março e abril “não são de fabricação humana”

O presidente da Associação Carazinhense de Astronomia e Estudo de Fenômenos Espaciais (Acaefe), Werner Schütz, realizou uma análise referente aos objetos voadores não identificados (OVNIs) que alguns carazinhenses teriam avistado no céu do município durante os meses de março e abril. Segundo Schütz, a primeira visualização ocorreu no dia 27 de março, por volta das 20h30min, observada pelo psicólogo Marcelo Saute. Já a segunda visualização ocorreu no dia 3 de abril, aproximadamente no mesmo horário, sendo vista pela funcionária pública Patrícia Azevedo, que é parente da esposa de Marcelo Saute, e também pelo pedreiro Giovane Fagundes, e pela estudante Gabriele Fagundes.
Os dois objetos possuem características semelhantes de tamanho, direção e velocidade de deslocamento, além de serem observados em uma noite com céu limpo e sem variação de temperatura, tornando-se impossível de criar qualquer tipo de miragem, conforme explica Schütz. Os dois objetos possuem forma de cogumelo, porém, um deles possuía uma formação pontiaguda. Ambos não apresentaram ruídos e não ( / ILUSTRAÇÃO WERNER SCHÜTZ) tinham qualquer vestígio de radiação de gases ou combustíveis. Os objetos não possuíam barreiras em seu contorno e eram preenchidos por uma concentração de estralas. O objeto avistado por Saute tinha estrelas de coloração vermelha; já o objeto observado pelas três pessoas possuía estrelas vermelhas, que ao trocar de posição emitiam um flash de luz verde. As estrelas, conforme relato dos observadores, eram entrelaçados entre si, porém sem ligação, e se movimentavam aleatoriamente dentro da própria formação do cogumelo, sem se chocarem uma com as outras.

Saute tentou registrar o objeto através de fotografia, porém, pensou que perderia muito tempo de observação do OVNI até procurar a câmera. Ele revela que conhece diversos modelos de aviões diferentes, podendo afirmar que o objeto avistado não era de fabricação humana. Impressionado com o que viu, Saute comunicou Schütz, que através dos relatos pode desenhar o objeto avistado. “Eu fiquei em êxtase de ver uma coisa que nunca tinha visto, era bonita e chamava atenção pelo conjunto. Eram vários pontos luminosos e cada ponto, deu para identificar como sendo um objeto. O conjunto era como se fosse uma esquadrilha voando em formação, pois através destas luzes você enxergava o céu”, explica Saute.
Ele comenta que conversou com outras pessoas que também relataram ter visto algo semelhante, até mesmo em Não-Me-Toque. “Imagino que seja alguma coisa que veio para nos observar, não tem outra explicação. Queria destacar que quem ver deve fornecer informações, sem ter medo ou vergonha”, indica o psicólogo.

Após Saute ter observado o objeto, sua esposa Ana Cristina, comentou com Patrícia sobre o acontecimento, mas Patrícia não teria acreditado na veracidade do fato. Por coincidência, alguns dias depois, sentados no pátio de casa, Patrícia, o marido Giovane e a filha Gabriele visualizaram o outro objeto, que emitia flashes verdes. Ambos ficaram deslumbrados e observaram o Objeto por cerca de um minuto, quando repentinamente outro objeto semelhante apareceu, encostando-se à parte traseira do primeiro, seguido de um terceiro objeto que realizou a mesma manobra. A observação já durava cerca de quatro minutos quando os possíveis começaram a se deslocar até sumir.
Após analisar os relatos dos observadores, o presidente da Acaefe, Schütz, revela que definitivamente os objetos voadores não identificados não são de fabricação humana, com funcionamento harmônico e conduzido por uma entidade inteligente. “Vamos continuar observando e analisando o céu de Carazinho e região para ver se visualizamos algo semelhante, mais vezes”, afirma.

( / ILUSTRAÇÃO WERNER SCHÜTZ)

Agradecimento: Larissa Marta (Jornal Diário da Manhã/Passo Fundo)

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