Padre Carlos Crespi No leste do Equador, no meio das florestas andinas, vive um povo chamado Shuaras. Também conhecidos na região como caçadores de cabeças. Além de manterem diversos mistérios como, por exemplo, a caverna dos Tayos.

Um padre italiano ficou famoso no meio do século XX ao ajudar muito os indígenas locais. O Padre Carlos Crespi ajudou muito os locais e nunca pediu nada em troca. Assim, os indígenas presenteavam com o que tinham. Porém o mais estranho era o que tinha nesses presentes.

Todos eram artesanatos de pedras, ouro, prata e outros metais locais. Mas com desenhos, inscrições, símbolos que não eram associados a nada a cultura Shuara. Eram capacetes com estranhos desenhos e símbolos, pirâmides com gatos, pessoas que pareciam faraós egípcios, escritas que em nada se assemelhavam as locais, seres metade homem metade animal.

O teórico Erich Von Däniken escreveu um livro O Ouro dos Deuses, em que questionava a real procedência dos presentes dos Shuaras para o padre Crespi. Em 1975, um explorador chamado Stanley Hall, inspirado pelo livro de Von Däniken, decidiu ir sozinho até o Equador e conversar com o padre. Hall fez um documentário completo com todos os presentes além de entrevistas com o padre. Um presente que chamou muita atenção era uma chapa de metal com inscrições jamais decifradas. Era uma simbologia estranha, nunca vista na história. Hall montou uma expedição para descobrir o que havia de especial naquela caverna. Juntou mais de cem homens, incluindo pessoas interessadas no assunto, como o astronauta Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua.

Neil Armstrong à esqueda e Hall à direita

Já de início ficaram barbarizados com o que viram. A caverna parecia ter sido esculpida por alguma máquina, portas gigantescas com formatos geométricos levavam ao interior da caverna. Porém apenas encontraram anéis, e itens que datavam de mil e quinhentos anos antes de Cristo, mas nada que se parecia com os artefatos do padre Crespi.

Em 1991, Hall retornou para o Equador e encontrou com Petronio Haramio, um equatoriano que disse que quando criança costumava mergulhar num rio que fica atrás da região da caverna de Tayos e entrou por uma passagem embaixo da água, saindo dentro da caverna, mas em uma parte não acessível por terra. Lá, Petronio encontrou diversas câmaras com objetos de metal, de pedra e livros com folhas de metal que se assemelhavam com os presentes dados ao padre Crespi.

Quando se preparavam para mergulhar e buscar a entrada secreta, Petronio veio a falecer e levou consigo o segredo do túnel que levaria para a caverna. E anos mais tarde, em 2008, Hall também veio a falecer.

Porém sua filha, Eileen Hall, decidiu continuar o trabalho do pai. Mas, assim que Eileen retornou para o Equador, descobriu que quase todos os artefatos do padre Crespi haviam desaparecido logo após sua morte em 1982. O que poderia ter acontecido? Teriam roubado os artefatos? Os índios que presentearam poderiam ter tomado de volta e devolvido para o lugar de onde tiraram?

Eileen continuou as expedições no Equador, buscando outros artefatos que para qualquer arqueólogo os nativos jamais poderiam ter feito, pois não tinha relação alguma com a cultura local. Pareciam muito mais com artefatos de outras civilizações que nunca estiveram no Equador. Abaixo vemos um exemplo. Um ser de proporções estranhas com um crânio alongado, muito parecido com os crânios da família do Rei Akhenaton e Nefertiti no Egito.

Será que egípcios teriam cruzado os oceanos para chegar até o Equador ou ambos foram influenciados pela mesma fonte?

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