Mais de uma década se passou desde o fatídico dia 11 de Setembro de 2001 e as buscas pelo reconhecimento de vítimas continua sempre que se acham restos mortais entre o que sobrou das duas Torres que ficam depositadas no chamado “Aterro humano” em NY. Em 2010 72 pedaços de restos humanos foram achados.
Por causa do tamanho e da condição de alguns dos restos a NYC escritório do Medical Examiner, disse à ABC News que não houve uma boa chance de obter amostras de DNA que poderiam levar a novas identificações. Os restos mortais de cerca de 1.000 vítimas do quase 3.000 mortos no World Trade Center ainda não foram identificados.
A operação teve lugar na peneiração “Fresh Kills” como é chamado em Staten Island, onde os detritos são levados e verificados através de uma série de correias transportadoras classificando por tamanho. No rescaldo do ataque, os escombros compartilham de carteiras de motorista, anéis, relógios, carteiras, sapatos – caixas e caixas de lembranças tristes do custo em vidas humanas. Desta vez, a classificação rendeu fragmentos ósseos.
Em janeiro de 2010, o escritório do médico legista identificou 1.626 vítimas do Grau Zero, ou 59 por cento de um total de 2.752 relatados. A partir dessa data 21,744 restos mortais foram recuperados e 12.768, ou 59 por cento, tinham sido identificados.

A reportagem da TV Record mostra com exclusividade uma área chamada de Fresh Kills, em Nova York, conhecida como o antigo depósito de lixo que recebeu os destroços das torres gêmeas e os restos mortais das vítimas após os atentados de 11 de setembro. No local, foram coletados 4.200 restos mortais que levaram à identificação de 300 vítimas do World Trade Center:

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