De acordo com cientistas, a colisão teria o impacto de 35 milhões de megatoneladas.

Há quase 20 anos, o cometa Shoemaker-Levy 9 atingiu Júpiter. O acontecimento teve grande repercussão, principalmente por possibilitar a primeira observação direta desse tipo de colisão, suas causas e consequências. O impacto não foi tão grande, pois se tratava de um planeta imenso com uma camada atmosférica mais do que forte.

O alerta lançado agora, de acordo com o site da Discovery, é o de que um novo cometa pode colidir com Marte no próximo ano. A diferença entre uma colisão em Júpiter e outra em Marte é a atmosfera que, no planeta mais próximo à Terra, não é tão espessa assim, fator que pode potencializar os danos causados pelo impacto.

O lado mais interessante desse possível acontecimento é que temos sondas em Marte, capazes de captar os mais diversos tipos de imagem. Essa possibilidade está deixando astrônomos, cientistas e curiosos ansiosos com a possível colisão. Seria uma fonte muito rica de informações.

O cometa que talvez atinja o Planeta Vermelho já tem até nome: C/2013 A1, e foi descoberto por um observatório australiano, em janeiro deste ano. Ele mede 1,9 km de largura e viaja cerca de 125 mil metros por hora. A energia causada pelo impacto seria equivalente a 35 milhões de megatoneladas de TNT. Para se ter ideia, a bomba de Hiroshima explodiu com 15 quilotoneladas de TNT, muito menos do que a prevista pela colisão.

Há a chance de o cometa apenas passar por Marte, sem que haja atrito. Nesse caso, seria possível ver um imenso e muito bonito show de luzes, como prêmio de consolação. Em números, a chance de impacto com Marte é de 1 em 2.000, considerada não negligenciável pelos cientistas.

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