Astrônomos russos e americanos descobriram um asteroide de grandes dimensões que pertence à categoria de “potencialmente perigosos”.

O corpo celeste foi detectado em 8 de março por participantes do Projeto Catalina (EUA). Depois, o asteroide se escapou à vista (Segundo o site Oficial sua passagem seria só em 2090), tendo ressurgido em 24 de março e sido identificado por especialistas russos.
O asteroide, designado de 2014 ER49, é bastante grande. O seu diâmetro ronda os 700-750 metros, o que representa perigo para a Terra. A sua eventual colisão com o nosso planeta poderá aniquilar um país inteiro dos maiores.
No entanto, segundo previsões, este corpo celeste deverá passar ao lado da Terra em 20 de Julho, à distância de 24,7 milhões de quilómetros.
Screenshot: http://www.nasaimages.orgSe fosse confirmada, a ameaça provavelmente causaria pânico aqui na Terra. Foi o que houve em 1910, quando o cometa Halley passou bem próximo da Terra e brilhou no céu por vários dias. Os relatos da época citam pânico, suicídios e previsões de que o mundo ia acabar.
Poderíamos evitar o desastre? É possível. Há várias soluções imaginadas para driblar o problema, mas ninguém sabe se elas funcionariam. O que se sabe é que a salvação do planeta dependeria da participação dos países ricos.
Se as soluções imaginadas não funcionassem, poderíamos esperar pelo pior. Um objeto do tamanho do 2002NT7 poderia varrer continentes do mapa, causar imensos maremotos e alterar o clima, provocando fome e extinção de animais, inclusive a espécie humana.
Do ponto de vista da evolução da vida do planeta, uma colisão que extinguisse a humanidade não seria necessariamente negativa, “Afinal, nós somos a raça que menos contribuiu para o equilíbrio da Terra”

Conheça as idéias dos cientistas para evitar a colisão

1 – Lançar um foguete com explosivos em direção ao asteróide ou cometa. Ao atingir o objeto, a explosão desviaria sua trajetória. O problema é que, se forem usados explosivos convencionais (pólvora, plásticos), seria necessária uma quantidade enorme de material, um foguete enorme para transportá-los e uma base de lançamento também gigantesca.
2 – Atingir o objeto com uma ogiva nuclear não exigiria grandes foguetes. O problema é que, se o impacto ocorresse a menos de 150 000 quilômetros da Terra (menos da metade da distância até a Lua), os destroços do asteróide poderiam atingir o planeta. Detalhe: os pedaços cairiam na Terra contaminados pela radiação.
3 – Fincar velas, como as de veleiro, de um material especial, na superfície do asteróide. Quando essas velas fossem abertas, o vento solar, um fluxo de partículas carregadas de eletricidade que emana do Sol, poderia fazer com que a trajetória fosse alterada. 4 – Deixar sondas ou foguetes em pontos estratégicos no espaço. Ao detectar um asteróide que ameaça o planeta, as naves seriam encaminhadas na direção do objeto. Elas poderiam ser pousadas na superfície do asteróide e depois detonadas para mudar sua trajetória ou destruí-lo.

Fontes:
http://neo.jpl.nasa.gov/risk/2014er49.html
http://goo.gl/JoNrH2

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