O uso de adjuvantes de alumínio em vacinas contra o HPV e os benefícios desta serão objetos de escrutínio e debate científico aberto em 22 de maio de 2014, na França. Os interessados de ambos os lados do debate sobre a vacina terão a oportunidade de apresentar seus estudos aos membros do Parlamento Francês, ao Senado do país vizinho Espanha, às autoridades sanitárias, aos profissionais médicos e ao público.

Tudo isso é possível graças ao esforço realizado por parte da E3M, uma organização não governamental de pacientes com miofascite macrofágica (MMF) e a Parliamentary Office for Evaluation of Scientific and Technological Choice (OSTA), segundo informa o grupo de trabalho SaneVax.

A MMF é uma lesão com presença de sinais de alumínio observada no lugar em que a pessoa recebeu previamente uma vacina que contem alumínio (uma espécie de “tatuagem” residual que a vacina deixa).

O alumínio está presente em muitas vacinas em forma de hidróxido, fosfato ou de fosfohidróxido. Os adjuvantes estão presentes em vacinas para aumentar o efeito imunológico e, em alguns, para assegurar a efetividade.

Alguns pesquisadores informaram sobre diversas reações adversas provocadas por vacinas que contem alumínio, entre elas: reações no local da injeção com enrijecimento, abcessos estéreis, nódulos subcutâneos, inflamação granulomatosa e eritema, assim como síndrome progressiva denominada miofascite macrofágica que comentamos e que está caracterizada pela perda de massa muscular e exaustão.

Depois de vários ensaios em crianças menores, as vacinas com hidróxido de alumínio causaram mais eritema e enrijecimento que as vacinas sem adjuvantes (sem alumínio).

Parece que o governo francês se importa suficientemente com a saúde e o bem estar de seus cidadãos como ouvir ambas as partes em um debate aberto sobre a vacina contra o papilomavírus humano (HPV), o mesmo “debate” que os demais funcionários de saúde do governo de outros países afirmam que não existe, entre eles a Espanha.

Os funcionários do governo francês estão dispostos a ouvir as vítimas que tem sofrido reações adversas após a vacinação; Eles estão dispostas a ouvir os cientistas e os profissionais médicos que tem conduzido a investigações para averiguar por que algumas pessoas são propensa a experimentar reações adversas após receber esta e outras vacinas.

A França está abrindo o caminho para a segurança das vacinas. Os governos de outros países escutam as pessoas afetadas pela vacina? Os governos de outros países patrocinam um debate científico aberto?

Como explica Alicia Capilla, presidente da Asociación de Afectadas por la Vacuna del Papiloma (AAVP) da Espanha:

Esperamos que nosso governo também atenda nossas petições e já que no prazo de dois meses a AAVP solicitou uma reunião urgente com o Ministério da Saúde. A primeira foi negada, a segunda petição, todavia, ainda não nos responderam.

Isso ocorre na França, como dissemos. Na Espanha, assim como no Brasil, parece não interessar a
crítica a esta vacina.

Fonte: http://blog.antinovaordemmundial.com/2014/05/franca-abre-o-debate-sobre-possiveis-danos-do-aluminio-da-vacina-contra-o-hpv/

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