Michael Jackson, conhecido como o Rei do Pop, tragicamente perdeu a vida em circunstâncias estranhas em junho de 2009. Cinco anos mais tarde, a sua imagem é usada para gerar dinheiro para a gravadora que ele odiava de coração.
Ironicamente, intitulado “Xscape” (Escapar), o novo álbum póstumo de Michael Jackson foi lançado pela Epic Records, uma divisão da Sony Music. MJ estava falando muito coisa sobre os males da indústria da música e estava, especialmente, cada vez mais revoltado com a Sony Music. No vídeo desse post, você verá o discurso que ele fez em 2002 e ainda verá que MJ não gostava do ex-presidente da Sony Music, Tommy Mottola. Ele explica como Motolla, ex-marido de Mariah Carey, agiu mais como um manipulador de escravo MK do que como marido. Ele falou isso enquanto segurava um cartaz dizendo “$ony Mata a Música”.

Voltando aos dias de hoje, a Sony possui direitos sobre a imagem de MJ e usa um holograma dele para fazê-lo cantar e dançar à vontade. Anos depois de sua morte, MJ não pode ainda “Escapar” da exploração da indústria da música.
Um holograma de MJ apresentou no Billboard Music Awards 2014 a música “Slave to the Rhythm” (Escravo do Ritmo), um título que tristemente retrata seu destino com a indústria da música. Pior ainda, a apresentação é cheia de simbolismo da elite oculta da qual ele tentou escapar. Aqui está a “performance”.

A “performance” começa com um grupo de policiais vestidos com equipamento anti-motim. Repleto de helicópteros opressivos e holofotes, a introdução é mais um exemplo de como a indústria da música está transformando o conceito de um estado policial opressor em algo comum e na moda. Isso também nos diz que essa “performance” de MJ foi trazida a você pela elite oculta.

MJ é introduzido por um bando de policiais vestidos com equipamento anti-motim – uma continuação da agenda do estado policial que prevalece no mundo da música.

Depois, então, vemos o estranho clone, feito por computador, de MJ sentado no trono (de mentirinha). A estampa animal felina no trono pode se referir à programação Beta MK – provavelmente algo que ele experimentou em sua juventude.

Então, as coisas tornam-se extremamente maçônicas. O fundo inteiro atrás de MJ se transforma em um quadriculado preto e branco – usado no chão ritualístico das lojas maçônicas.

Na verdade, toda o palco é basicamente uma grande loja maçônica, com dois pilares (formado por peças de xadrez), um arco acima deles e quadriculados. Tudo isso é cercado de “estrelas flamejantes”.

A loja maçônica em Andaz Hotel, em Londres. Piso quadriculado, pilares e uma estrela flamejante gigante no teto.

Muitos dos símbolos encontrados nesta imagem maçônica são encontrados na “performance”.

O clone então começa a imitar movimentos clássicos de dança de MJ, causando o mesmo sentimento estranho de como se estivéssemos observando um cadáver sendo animado com cordas de marionete.

Alguns dos dançarinos de MJ usam gaiolas em torno de suas cabeças, dizendo aos espectadores que os artistas da indústria Illuminati são, literalmente, “escravos do ritmo”.

Então, o falso MJ se senta novamente em seu trono (de mentirinha). As pessoas na plateia começam a bater palmas e aplaudir, enquanto provavelmente percebiam que não havia ser humano algum no palco para receber esses aplausos.

Alguns podem dizer que “as pessoas sentem faltam de Michael” e a performance do holograma “trouxe de volta sua magia.” Talvez. Mas a realidade é que a imagem e o legado de MJ estão sendo sequestrados pela indústria que ele passou a odiar. Sua imagem agora é usada para promover a agenda Illuminati e gerar dinheiro para a Sony Music. MJ aprovaria algo disso? Talvez a imagem a seguir vai responder a pergunta.

Fonte: Vigilant Citizen

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