Por Hildebrando Couto Santos

Comumente usamos o termo “ser feliz”, “alcançar felicidade em tudo o que se faz” ou “fazer o que se gosta”. Há uma grande possibilidade de a felicidade ser uma soma de situações que nos permitimos fazer, pedir, arriscar, agradecer e perdoar, que também pode significar uma profunda gratidão por nós e pelas outras pessoas na nossa vida.

A felicidade parece ser uma consequência de uma visão ampliada sobre os caminhos trilhados e/ou que se deseja seguir, das escolhas que fazemos, da visibilidade que damos ao que precisamos alcançar de novas metas pessoais, da humildade com que solicitamos colaborações e cooperações dos outros, da forma de assumir que todas as conquistas pressupõe alguma(s) renúncia(s), do exercício constante de perdoar a si mesmo e aos outros por eventuais ou corriqueiras escolhas, mas acima de tudo, da necessidade de agradecer pela contribuição dos outros na nossa caminhada.

O ato de declarar torna visível tudo aquilo que queremos fazer ou realizar para chegar a um determinado novo momento de vida, um novo estado de felicidade, um novo estado de sucesso, um novo estado de espírito. As “declarações” passam a ser objetivos, direções a serem tomadas, constituição de novo marco de realização pessoal.

O ato de solicitar é consequência das nossas “declarações” e surge como necessidade de assumir que muitas das ações, para chegar aos objetivos declarados, precisam da colaboração de outras pessoas ou de ações individuais para construções efetivas que podemos ou devemos executar.

Outra etapa desta construção de realização pessoal é definir o que queremos arriscar, ou de alguma forma abrir mão, para conquistar esta nova realidade pessoal, sabendo que mudanças ou novas conquistas impõem trocas entre um estado definido e dominado, ou aceito como confortável, para um novo estado pessoal que é ainda uma experiência não vivida e inconfortável pela própria natureza de ser algo desconhecido. A conquista de uma nova realidade pessoal é, portanto uma “aposta” que necessita assumir riscos, abrir mão de algumas certezas para construir novas certezas.

Agradecer é o ato de reconhecimento da importância das ações de outras pessoas agindo em favor das nossas conquistas. Agradecer pela dedicação, contribuição, colaboração, cooperação, caridade, afeto, reconhecimento, sabendo que sem estas pessoas talvez não tivéssemos alcançado alguns objetivos ou teria sido bem mais difícil a nossa caminhada até aqui. Agradecer pelo momento presente, pelas experiências, pela oportunidade de continuar buscando a felicidade através de novas conquistas, de novos caminhos, de se permitir declarar objetivos, solicitar esforço individual e de outras pessoas, arriscar-se e reconhecer a soma de todos os esforços.

Não esqueça também de se perdoar pelas escolhas realizadas e que no momento presente possa acreditar não fazer sentido algum. Perdoar a todos, e a si mesmo, por decisões que nos deixaram, ou deixaram outras pessoas, em condições adversas.

Declarar, solicitar, arriscar, agradecer e perdoar podem ser palavras ou ações singelamente simplificadas comoGRATIDÃO. Gratidão pelas pessoas em nossa vida, gratidão pela nossa pessoa, gratidão pela oportunidade de agir, fazer e acontecer. Gratidão por mais um dia, pelo ar que respiramos! [Fonte]

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Criador do Site Verdade Mundial, fotógrafo por amor e profissão. Um inquieto da sociedade! Acredito que podemos mudar o pensamento das massas com a informação. Temos as ferramentas e a vontade de ver um Mundo melhor e livre. Estamos nessa luta há dez anos e em frente!