Claudeir Covo
Ubirajara Franco Rodrigues

Soldado da Polícia Militar que participou da captura noturna da estranha criatura em Varginha teve uma morte muito estranha

O soldado Marco Eli Chereze, 23 anos de idade, 4 anos como militar, um P2 do serviço de inteligência da policia militar de Varginha, juntamente com o seu companheiro de trabalho, em 20 de janeiro de 1996, por volta das 20Hs, participou da captura de uma estranha criatura no bairro Jardim Andere, em Varginha, provavelmente a mesma criatura que foi observada por Kátia Liliane e Valquiria no mesmo dia, por volta das 15:30hs. Tal fato foi confirmado por um militar. Apesar da PM dizer que Marco não estava trabalhando naquele dia, a família desmente dizendo que naquele dia ele trabalhou até às 02:00hs da madrugada do dia 21. Logo depois do grande temporal que abateu a cidade, com chuva de granizo que Varginha não via a mais de 25 anos, Marco passou na casa de sua mãe para trocar de roupa pois estava todo molhado. Marco também pediu para avisar a sua esposa que estava em um trabalho de emergência e que ia chegar tarde. Na captura que ocorreu pela manhã, na mesma região os bombeiros estavam usando luvas, nesta captura noturna não sabemos se o Marco estava usando luvas ou se chegou a tocar na estranha criatura.

Depois deste dia, Marco passou a ter um comportamento diferente, quando as primeiras notícias foram para o ar, sobre as capturas das estranhas criaturas, em Varginha, seu pai chegou a dizer que achava isso tudo uma mentira, foi quando Marco disse: “Não é mentira não pai, isto é muito sério e vai dar muito o que falar”. No dia em que passava um programa na televisão falando sobre essas capturas, Marco levantou e desligou a TV dizendo que tal assunto confundia a cabeça das pessoas.

No dia 6 de fevereiro de 1996, ou seja, 17 dias depois que participou da captura, Marco percebeu que tinha um pequena inflamação debaixo do braço esquerdo, na axila. Depois de passar pela enfermaria do quartel, no dia seguinte, o tenente médico Robson Ferreira Melo fez uma micro cirurgia em Marco, que nos dias seguintes passou a ter febre e fortes dores em todo o corpo. Em 11 de fevereiro de 96, Marco foi internado no hospital Bom Pastor. Como o quadro clínico de Marco estava piorando, em 15 de fevereiro de 96 ele foi transferido para o CTI (Centro de Terapia Intensiva) do Hospital Regional, local onde veio a morreu no mesmo dia. À pedidos médicos alegando que doença dele era grave, Marco foi enterrado três horas depois sem velório. Muito estranho. Não certidão de óbito consta que Marco morreu por insuficiência respiratória aguda, septcemia (infecção generalizada) e pneumonia bacteriana.

A mãe e a irmã seguram a foto do soldado Chereze.

A família através de sua irmã Marta Antônia Tavares, pediu abertura de inquérito policial na 4a Delegacia Seccional de Polícia de Varginha. O processo está em andamento desde julho de 96, à pedido do delegado de polícia Dr.João Pedro da Silva Filho, o IML (Instituto Médico Legal) vem negando apresentar o laudo de necrópcia. Agora, recentemente, em 20 de janeiro de 97, quando os ufólogos denunciaram à imprensa esta negligência, 2 dias depois apareceu o tal laudo. Certamente, frente à situação dos fatos, tal laudo de necrópsia deve ter sido “manipulado”.

A morte de Marco Eli Chereze é muito estranha. Ele era um verdadeiro atleta. Meses antes de participar da captura da estranha criatura, ele fez exames para cabo e em seguida para sargento. Foi aprovado em tudo, inclusive nos exames médicos. Hora, se estava com a saúde perfeita, como teve uma morte tão rápida? Teria sido um erro médico? Será que Marco foi contaminado por algum vírus ou bactéria proveniente da estranha criatura? Não sabemos. Certamente os militares sabem muito bem, mas os parentes de Marco e a humanidade não ficarão sabendo.

Outra testemunha na época, a dona Terezinha Gallo Cleppf, uma senhora de 67 anos, no zoológico de Varginha, viu uma estranha criatura, muito parecida àquela vista pelas meninas e àquelas capturadas pelos militares. Coincidência ou não, naqueles dias morreram dois veados, uma jaguatirica, uam anta e uma arara azul. O Dr. Marcos A. Carvalho Mina, médico veterinário, retirou as vísceras desses animas e mandou para Belo Horizonte. O resultado apareceu somente em um dos veados. Morreu por uma intoxicação por substância cáustica. Os médicos não descobriram como morreram os demais animais. A Dra. Leila Cabral, bióloga, diretora do zoologico, acredita que estas estranhas mortes destes animais têm alguma coisa a ver com o avistamento da criatura dentro do zoologico. [Fonte]

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