Durante muitos séculos o ser humano teve uma falsa ideia dos oceanos que envolvem o nosso planeta. Os oceanos Atlântico, Índico e Pacífico eram tidos como enormes piscinas violentas (havia o pensamento de que a Terra fosse plana), onde habitavam seres enormes e monstruosos, capazes de engolir embarcações inteiras. Esse pavor fazia com que poucos aventureiros se arriscassem a navegar muito distante da costa e aumentou enormemente o indício de lendas envolvendo terras magníficas e seres bestiais.

Com a fundamentação da razão e da crítica científica muito do mundo das lendas foi sendo deixado para trás e o Homem passou a se questionar dos valores de si mesmo e da natureza, duvidando até da existência de um Deus que rege a ordem cósmica. No entanto, em 1997, um fato captado no Oceano Pacífico fez a ciência se perguntar o que estaria acontecendo por debaixo de tanta água no maior oceano do planeta. Trata-se do “Bloop”, assunto do post de hoje. De início, vale lembrar que 1/3 do nosso planeta é constituído por mares e oceanos e corpos d’água, mas somente cerca de 10% destes corpos d’água já foram explorados em sua profundeza.

O “Bloop” é o nome de som submarino de frequência ultra-baixa extremamente poderosa, detectado pelo National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) durante várias vezes no verão de 1997, e a sua origem continua sendo um mistério. O som nunca mais foi detectado. Atualmente, atribui-se o fenômeno ao som gerado por icequakes.

A localização de seu rastreamento foi de algo em torno de 50° S 100° W (América do Sul, costa sudoeste) por equipamentos da Marinha dos Estados Unidos originalmente instalados para detectar submarinos nucleares da Rússia. No vídeo abaixo você pode ouvir o som produzido pelo “Bloop”, que assustou a comunidade científica:


Uma afirmação frequente é que ele corresponda ao perfil de áudio de uma criatura viva, sendo que esta visão é majoritarimente ocupada pelas pessoas da área da criptozoologia e não é popular entre os principais cientistas. Se o som veio de um animal, ele teria que ser várias vezes o tamanho do maior animal conhecido na Terra, a baleia-azul.

Teoricamente, o “Bloop” poderia ser produzido por uma máquina. A frequência é possível, mas o volume seria mais difícil de produzir. Um submarino nuclear é uma hipótese possível: quando um submarino submerge, ou ressurge, cumpre ou serve como lastro. O tempo de enchimento desses reatores pode durar entre 30 segundos a um minuto. O som aumentava rapidamente na frequência durante cerca de um minuto e foi de amplitude suficiente para ser ouvida em vários sensores, a uma distância de mais de cinco mil quilômetros.

Há vários casos registrados de sons desconhecidos como o “Bloop” e, assim, o “Bloop” não é um fenômeno único. Atualmente, estudos mostraram haver consistência entre o fenômeno e o som gerado por icequakes. Ninguém pode afirmar, mas muitos criptozoólogos dizem que pode existir uma criatura gigantesca no fundo do mar a espera de ser descoberta. [Fonte]

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