Muitas bibliotecas do passado contendo documentos, mapas e livros extremamente valiosos foram destruídas.

Livros com sabedoria e conhecimento antigo, se perderam em meio a guerras, incêndios e outras tragédias inevitáveis. ABiblioteca de Alexandria segundo historiadores chegou a ter 500,000 volumes em sua coleção até ser destruída em um terrível incêndio. A Biblioteca de Cartago contava com 200,000 volumes, isso até arder até o chão como resultado da guerra contra Roma. O Imperador chinês Shi-Hwang-Ti decretou que todos os livros de seu Reino fossem queimados em 214 a.C, e Mao Tse-Tung fez o mesmo em 1966 durante sua Revolução Cultural. Da antiga Pérgamo até a moderna Alemanha governada pelos nazistas, livros e bibliotecas foram vítimas de ataques, pilhagem e destruição sistemática. Isso porque livros são perigosos, uma ideia é mais poderosa que cem canhões, uma filosofia resiste a mares tempestuosos que nenhum navio de guerra ousaria navegar.
Uma das maiores bibliotecas do mundo, entretanto, foi salva no último minuto da sua iminente destruição, apenas para se perder sem deixar pistas.
A história começa em meados do século XV, quando o Império Otomano estava se expandindo para o ocidente, conquistando tudo em seu caminho. Era apenas uma questão de tempo até Constantinopla, a mais bela cidade da época, ser conquistada pelas hordas asiáticas. Constantinopla tinha quase dois mil anos de idade quando a ameaça de invasão ocorreu. Fundada pelos gregos como Byzas, no ano de 667 a.C, a cidade havia sobrevivido a catástrofe em 1204 quando os cruzados cristãos decidiram pilhar a cidade como um aquecimento para a conquista de Jerusalém. A lição, aprendida da forma mais dolorosa, não seria esquecida.
O povo de Constantinopla sabia o que aconteceria se um exército invasor penetrasse seus muros.
O cerco a Constantinopla
O mais valiosos dos tesouros da cidade deviam ser protegidos à todo custo. O Sultão Mohamet II que comandava um exército de 150 mil homens estava a caminho para iniciar o cerco. Constantino XI, o governante de Constantinopla contava com uma força de 15 mil homens, incluindo seus famosos mercenários genoveses. A derrota era questão de tempo. A prima do Imperador, Sophia Palaeologa, foi então rapidamente prometida ao jovem Ivan III que estava para se tornar o Governante da Rússia. Através de um acordo, o Sultão concedeu salvo conduto a comitiva de Sophia para que ela deixasse Constantinopla e seguisse para Moscou via Roma. O Sultão, sentindo-se benevolente permitiu que ela levasse tudo o que seria necessário para iniciar sua vida ao lado do novo marido. A comitiva não pensou duas vezes, começou a ser montada com tudo que podia carregar. Na bagagem estavam todos os ancestrais tesouros bizantinos e as obras mais valiosas da Biblioteca de Constantinopla. Não se tratava de uma Biblioteca qualquer, Constantinopla hospedava o mais vasto acervo de livros do mundo, sendo ultrapassado apenas pela Biblioteca do Vaticano.
O trabalho foi colossal. Os funcionários da biblioteca trabalharam dia e noite para separar o material que deveria ser preservado. Cronistas da época atestam que a caravana que deixou Constantinopla, três meses antes da chegada das tropas do Sultão, era formada por mais de 100 carros puxados por bois, abarrotados de livros, documentos e todo tipo de manuscrito. Livros coletados na Ásia, norte da África e Europa, escritos em hebraico, árabe, latim e egípcio estavam nos carros. Muitos dos livros haviam sobrevivido ao incêndio de Alexandria e outros tantos eram únicos. Edições raras de obras assinadas por Pindaro, Polibius, Tácitoe Cícero, além de poemas redigidos por Calvo, os trabalhos completos de Virgílio e “As vidas de Doze Césares” por Suetônio. Muitos deles eram originais, escritos pelos próprios autores, com sua própria caligrafia e com notas de rodapé. Setecentos desses livros eram parte da coleção particular do Imperador, encadernados com couro de cabra e cobertos de jóias.
Os tesouros bizantinos de Constantinopla
O valor da biblioteca era incalculável. Sophia (também chamada de Zoe) e seus tesouros, viajaram através de metade da Europa. Muito embora, o Sultão tenha enviado espiões para interceptar a comitiva e recuperar o tesouro, tão logo soube da fuga, ela chegou em segurança a Moscou. Os diplomatas que assinaram o acordo que permitiu a partida de Sophia, por sinal, foram executados de uma forma nada agradável: cozidos vivos em grandes caldeirões de bronze. A ira do Sultão, quando encontrou a biblioteca vazia, foi tamanha que ele ordenou a morte de todos os bibliotecários e copistas, e fez com que suas cabeças fossem colocadas em estacas ao longo da estrada que conduzia à biblioteca – apelidada a partir de então, Avenida dos Sábios.
Sophia ficou feliz em presentar seu noivo com aquele grandioso presente. Para complementar sua oferta, ela levou de Roma dezenas de arquitetos, artistas e engenheiros italianos que ajudariam a modernizar o Kremlin. A esperança de Sophia era unificar a Igreja Ortodoxa Bizantina, um dos últimos vestígios do Império Romano, com a Igreja Ortodoxa da Rússia, algo que jamais aconteceu. Não haveria união teológica entre as igrejas, e logo ficou claro, não haveria tampouco uma coalizão militar que pudesse ser forjada para ajudar Constantinopla e salvá-la dos Otomanos. Assim, o destino da Cidade, um dos últimos bastiões romanos, estava selado. Como previsto, as tropas turcas devastaram a cidade com o poder de canhões e de sua vantagem numérica. A marinha cercou o porto e impediu a fuga daqueles que não haviam ainda evacuado seus muros. Quando correntes foram colocadas ao longo das docas para impedir a atracagem, Mohamet fez seus navios se afastarem e dispararem sem parar ao longo de semanas contra as torres e defesas, até que o interior da cidade fosse transformada em ruínas.
Em 29 de maio de 1453, os Otomanos enfim entraram em Constantinopla.
Mehmet II triunfante!
Ao fim de sete semanas de cerco, o líder do Império Otomano, cavalgou como supremo conquistador até Hagia Sofia, a maior catedral do mundo. Destruição e pilhagem se seguiram, a medida que Constantinopla se tornava Istambul, a nova capital do Império Turco. Assim como a catedral, convertida em um mosteiro, outras tantas igrejas foram transformadas em mesquitas onde o símbolo da crescente substituiu a cruz. A Capital do Império Romano do Oriente não mais existia, nem mesmo em nome. No exato momento em que isso aconteceu, Moscou se tornou o Centro da Igreja Ortodoxa. Um monge russo, Philotheos, declarou que Moscou passava a ser “a terceira Roma” e como tal, a cidade precisava se adaptar a esse novo papel de importância.
Os tesouros de Constantinopla tiveram um papel decisivo na transformação de Moscou naquilo que é até hoje em dia. Ivan III deu início a construção do Kremlin, até então um simples forte de madeira e barro, que se tornaria um monumento. A área de 130 acres, cujo nome krem, se traduz como cidadela, se converteu em uma fortaleza inexpugnável.
A razão principal para a construção do Kremlin, e as melhorias de madeira e barro, para pedra e tijolos foi um pedido de Sophia, esposa de Ivan III, que temia os frequentes incêndios na cidadela. Prédios de madeira podiam queimar a qualquer momento, consumindo os valiosos tesouros que ela havia salvado. Outra preocupação era a cobiça de Roma e do Vaticano. Quando passou pela Itália, o Papa se ofereceu para comprar a coleção inteira da biblioteca, mas Sofia rejeitou a proposta. O Papa enviou negociantes a Moscou repetidas vezes, refazendo a “gentil oferta”, oferecendo uma verdadeira fortuna pelos livros, mas a resposta sempre foi negativa. Em uma dessas visitas, um dos enviados chegou a sugerir que “atender à vontade da Santa Sé, não era um pedido, e sim, uma ordem”. Por algum tempo, temeu-se que tropas seriam mandadas para recuperar os tesouros em Moscou, mas isso jamais aconteceu, talvez pela distância e o custo elevado de tal campanha.
As magníficas torres do Kremlin
Mesmo assim, o Kremlin, o local escolhido para proteger a biblioteca foi concebida como uma fortaleza. As câmaras da “Liberia“, como a biblioteca passou a ser chamada, foram construídas nos subterrâneos. O arquiteto italiano Ridolfo (Aristotle) di Fioravanti recebeu instruções para proteger a coleção e mantê-la fora do alcance dos inimigos. O arquiteto represou vários rios que corriam por baixo da cidadela e mandou construir paredes expeças de tijolos que formaram um labirinto quilométrico de túneis e caminhos por baixo de todo Kremlin. Mesmo hoje, ninguém sabe ao certo qual a extensão desse complexo subterrâneo.
Quando Ivan III (chamado o Grande) morreu, o poder passou para seu filho Ivan IV, que entrou para a história como Ivan, o Terrível. A palavra “grozny”, na verdade tem um significado mais amplo que compreende “espetacular”, mas Ivan, para todos os efeitos, era mais terrível do que espetacular. Ele detestava a aristocracia russa, os boiardos, e para limitar sua influência, ordenou a ampliação dos subterrâneos do Kremlin, criando uma masmorra para prender e torturar seus inimigos. A princípio Ivan se concentrou em famílias influentes que haviam supostamente conspirado contra seu governo, entretanto não demorou para que ele ordenasse a prisão de qualquer um que o desagradasse. E como ocorre frequentemente com figuras de poder, ele via inimigos em todos os cantos, fossem reais ou imaginários. A polícia secreta de Ivan IV, a Oprichnick, se tornou cada vez mais brutal a medida que o Czar cedia à paranoia. Ivan foi o primeiro governante a assumir o título de Czar, derivado de “César”.
Ivan, o terrível
Após eliminar os boiardos, ele se voltou contra a população civil. O Massacre de Novgorad vitimou trinta mil russos e devastou a cidade. Ivan ordenou que vilarejos fossem inteiramente esvaziados e fez populações inteiras morrerem de fome e frio nas florestas durante o inverno. Ele mandou açoitar sua filha depois que ela perdeu a criança que estava esperando, e condenou seu genro a morte quando este o criticou. Ivan se divertia assistindo gatos serem lançados em cercados e trucidados pelos seus cães de caça. Mas nos últimos três anos de sua vida, ele sofreu imensamente com uma doença degenerativa que o transformou em um monstro. Bolhas fedorentas surgiam em seu corpo, que se tornou curvo e disforme, sua pele descamava e ele sofria com sangramentos. No fim de sua existência ele foi confinado em uma torre onde gritava enlouquecido dia e noite. É provável que seu sofrimento tenha sido causado por algum veneno cuidadosamente ministrado ao longo de anos.
No período em que Ivan implantou o terror, a  biblioteca ficou fechada. Ninguém tinha permissão de consultar ou visitar as câmaras sob o Kremlin. Até mesmo a existência da Liberia foi quase que inteiramente esquecida pelos habitantes da cidadela e pelos governantes que vieram depois de Ivan IV. As ordens do Czar foram levadas em frente e a biblioteca permaneceu fechada por décadas após a morte do governante. Moscou perdeu sua importância e a biblioteca foi quase que inteiramente esquecida. Séculos depois, quando Pedro, o Grande modernizou o país, introduzindo inovações trazidas do ocidente, uma de suas principais preocupações era localizar a biblioteca de Constantinopla e restaurar sua grandiosidade, mas havia um problema: ninguém sabia onde ela ficava. Os corredores subterrâneos do Kremlin haviam sido expandidos sem controle, criando túneis e uma infinidade de câmaras que desafiavam até o obstinado Imperador Romanov.
A busca pela Biblioteca perdida avançou ao longo dos dias mais gloriosos dos czares até a chegada dos ditadores soviéticos. A biblioteca se tornou uma lenda fascinante, alguns acreditavam que ela jamais existira, mas mesmo estes a buscaram sem aparente sucesso. Na década de 1930, Joseph Stalin decidiu construir o maior e mais eficiente sistema de metrô do mundo, que ligaria Moscou por inteiro. Alguns acreditam que em parte, a obra foi conduzida para procurar a biblioteca. As obras descobriram imensas câmaras lacradas há séculos, mas nenhum sinal dos livros perdidos. Mais de uma centena de estações de metrô foram construídas, um sistema de linhas férreas tão vasto que beira a megalomania e que funciona até hoje. Nem mesmo o “metrô secreto” que Stalin mandou construir na parte mais profunda da cidade – e que serviria para evacuar dignatários em caso de necessidade, revelou a localização da Liberia de Ivan III. A medida que Moscou realizava obras de infraestrutura necessárias para o crescimento de uma metrópole, mais níveis foram construídos. Há estações que alcançam incríveis doze níveis de profundidade abaixo do solo, túneis escavados, sistema de esgoto, aquecimento e passagens desativadas e lacradas, algumas partes jamais mapeadas por inteiro. O tamanho desse complexo subterrâneo permanece desconhecido.
Stalin orgulhoso diante de sua biblioteca
Nos anos 1960, Nikita Krushev realizou inúmeras modificações nos subterrâneos do Kremlin. Ele expandiu os metrôs e ordenou a construção de abrigos onde a população poderia ser enviada no caso de um ataque nuclear. Há boatos de que nesse período, os soviéticos encontraram pistas da biblioteca. A estação Arbatskaya que fica próxima do Ministério da Defesa foi lacrada e passou a ser vigiada pelos militares. A população que vivia nos arredores foi desalojada para a construção de uma base subterrânea que atendia aos interesses do estado, interesses estes que são mantidos em segredo. Mesmo hoje, após a guerra fria, turistas não podem se aproximar das instalações e fotografias são terminantemente proibidas.
Sabe-se que Krushev tinha uma espécie de obsessão por localizar a biblioteca e se esses rumores forem verdadeiros ele teria empreendido uma busca em grande escala. Suas ordens eram para que os arquitetos do metrô tomassem cuidado para não danificar nenhuma passagem e que qualquer túnel lacrado fosse investigado e mapeado. Mesmo assim a tarefa era difícil, visto que o subterrâneo se estendia por quilômetros. Não se sabe se Krushev conseguiu ou não localizar a biblioteca, alguns acreditam que sim e que a base Arbatskaya é a localização mais provável.
Em 1992, o prefeito de Moscou Yuri Luzhkov reiniciou a caçada pela Biblioteca de Ivan III com a ajuda de historiadores e geólogos. Uma de suas esperanças era abrir os subterrâneos de Moscou para visitação de turistas estrangeiros, mas o governo não permitiu que seus planos fossem levados adiante. Apenas uma pequena porção do subterrâneo foi aberta para esse tipo de visita e mesmo assim em caráter temporário. Os visitantes do Kremlin tem que se conformar com o fato de que a permissão para explorar os segredos da cidadela pode ser revogada a qualquer momento, sem maiores explicações.
O metrô russo, o mais extenso do mundo
Quando em 1994, um grupo de exploradores estrangeiros encontrou um túnel repleto de esqueletos, alguns acreditaram se tratar de uma descoberta que poderia conduzir a biblioteca. O governo evacuou os túneis e mandou prender os exploradores quase provocando um incidente internacional. A câmara provou ser um cemitério clandestino usado pela polícia secreta de Ivan, o terrível. Em 2012, um tabloide popular de Moscou publicou uma notícia sobre a descoberta de uma linha pertencente ao lendário metrô secreto, apelidado Metrô 2, que ligaria Moscou a uma cidadela controlada pelas forças armadas, localizada a seis milhas de profundidade. Embora as manchetes de um jornal sensacionalista dificilmente possam ser levadas à sério, o jornal estava certo a respeito de outra linha de metrô até então desconhecida que conduzia ao aeroporto e que foi revelada oficialmente ano passado. A linha de uso exclusivo para oficiais do governo até então era mantida em sigilo.
A mídia russa fala frequentemente da Biblioteca de Ivan III e exploradores modernos, chamados “diggers” (escavadores) arriscam sua liberdade e suas vidas vasculhando os subterrâneos da capital russa. A multa por entrar nos túneis sem a devida autorização é pesada e muitos estrangeiros acabaram se tornando hóspedes de prisões russas após serem capturados por policiais. Patrulhas fazem a segurança do perímetro e cartazes avisam das sanções a quem desobedecer as leis de segurança das estações de metrô. Supostamente a segurança reforçada existe para coibir a ação de terroristas, sobretudo chechenos. Algumas estações proíbem até mesmo fotografias e agentes rudemente removem máquinas fotográficas de turistas que desrespeitam as regras. Acredita-se que desde o ano 2000 cerca de 100 diggers desapareceram nos túneis, talvez para sempre.
Linhas férreas conectam toda a cidade
Um dos mais famosos escavadores dos túneis sob o Kremlin, Vadim Mikhailov, foi preso repetidas vezes e até alguns anos atrás, estava cumprindo pena por invasão de propriedade privada. Ele alega ter encontrado inúmeras câmaras e artefatos do passado da cidade, entre suas descobertas uma sala onde estava sendo estocado material radioativo. Outra descoberta notável do grupo liderado por Vadim foi um arquivo com documentos de anos de burocracia soviética, lacrado em um depósito. Muitos dos papéis chegaram a causar constrangimento, uma vez que revelavam assassinatos nos bastidores do poder. Mikhailov acredita que o tesouro da Biblioteca está em algum lugar nos subterrâneos, aguardando ser descoberto. Ele afirma ter conversado com informantes que um dia trabalharam para o governo soviético, entre eles um ex-funcionário do sistema de transporte da cidade, um senhor de 90 anos. Este revelou a localização de várias instalações secretas nos subterrâneos de Moscou.
Vadim teve sua pena de prisão relaxada depois que ele auxiliou agentes especiais da polícia russa a encontrar um sistema de túneis que levava ao subterrâneo do Teatro Dubrovkha onde reféns eram mantidos por um grupo separatista. Após esse incidente, o “digger” auxiliou a polícia a desbaratar uma rede de criminosos que agia nos túneis que ele conhecia como ninguém. Sua ajuda lhe valeu o reconhecimento das autoridades, mas mesmo assim Mikhailov não tem permissão de vasculhar os túneis sem o acompanhamento de autoridades.
Uma infinidade de túneis abandonados abaixo da cidade
Com tudo isso, onde poderia estar a Biblioteca de Ivan III? Será que as autoridades russas teriam encontrado em algum lugar e mantido sua localização em segredo? Se essa é a verdade sob qual pretexto, eles não revelariam sua descoberta? Mais ainda, se a biblioteca continua perdida, onde ela estaria? E depois de tanto tempo, será que os livros e documentos teriam sobrevivido?
São inúmeras questões e provavelmente levará muitos e muitos anos até que qualquer uma delas seja respondida à contento. Enquanto isso, podemos apenas imaginar que tesouros e que tipo de conhecimento estaria contido na Biblioteca perdida de Constantinopla. [FONTE]

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Trabalha na área de Controle de Qualidade em uma empresa Suíça. A espiritualidade fez com que Marluce despertasse espiritualmente. Sem um certo nível de consciência espiritual é impossível perceber a magia da vida.