O conteúdo aqui postado não reflete a inteira opinião do mediador…

O artigo abaixo transcrito ajuda-nos a compreender o cenário de bombardeio da nossa imprensa e da oposição de direita contra a Petrobras, cada vez mais intenso e bombástico, como assistimos nos últimos dias. Há grande influência dos EUA no processo.

Na sua recente grande cartada pela total dominação do mundo, os EUA já recebem e receberão, como sempre, o submisso e devotado apoio da 5ª coluna brasileira: da grande mídia, dos partidos da direita (como o PSDB, DEM, PPS) e da nossa pseudoelite, todos há um século tradicionalmente pró-americanos, antinacionais, entreguistas.

Inicialmente, propugnam o abandono do “modelo de partilha”, por eles execrado. Modelo esse que proporcionará grandes royalties para a educação e saúde, e que já alavanca a nossa indústria naval e outras por conta da exigência de conteúdo nacional. Propõem abdicarmos desses benefícios e voltarmos a adotar, no pré-sal, os generosos contratos de “concessão” criados em 1997 pelo PSDB/FHC; mesmo sabendo que eles são inadmissíveis para áreas já comprovadas como garantindo 100% de sucesso na perfuração, como é o caso do pré-sal. “Concessões” essas muito boas somente para as petroleiras estrangeiras e indústrias dos seus países sede.

“O Globo”, por exemplo, também propôs que seja revista a obrigação de a Petrobras ser a operadora única dos blocos e de a Petrobras ter um limite mínimo de participação nos consórcios. Inclusive, voltaram os editoriais, já sem constrangimentos, abertamente a favor da privatização da Petrobras. Por certo no dadivoso modelo tucano da privataria que praticamente doou para estrangeiros a Vale, a CSN e todo o sistema de telefonia e comunicações.

A “justificativa” da 5ª coluna brasileira para essas “ações salvadoras” é que a Petrobras estaria mortalmente atingida (por conta dos coincidentes e dolosamente intensos ataques nacionais no “petrolão”) e por conta da guerra norte-americana para dominar o mundo com a atual tática de baixa forçada do preço internacional do petróleo. A mídia repete sem parar que a nossa empresa estaria falida, sem crédito para conseguir recursos para investir no pré-sal e, assim, precisa da “ajuda” imediata e até de passar a ser propriedade das petroleiras norte-americanas…

É oportuno ressaltar que essa ação da mídia e da nossa direita a favor dos interesses norte-americanos não é somente pela intrínseca pura idolatria dos mentalmente colonizados. Decorre, especialmente, do permanente objetivo primário dos grandes grupos financeiros mundiais, de ganhar o máximo no menor tempo possível. Esses grupos dominam nossa imprensa e financiam a direita. Com a privatização da Petrobras e a mais rápida exploração do pré-sal pelas empresas estrangeiras, haveria maior giro de capitais e maiores lucros e dividendos em curto prazo. Azar dos brasileiros. Ficaríamos somente com migalhas do nosso gigantesco tesouro].

DOMINAÇÃO ECONÔMICA GLOBAL OU TERCEIRA GUERRA MUNDIAL?

Por LUÍS CARLOS ROMOLI DE OLIVEIRA

“Os Estados Unidos da América estão, nestes últimos dias, jogando sua grande cartada: um tudo ou nada que só saberemos o que deu dentro de alguns meses, talvez uns 12 a 18 meses.

Junto com alguns [aliados]países fortes da OPEP, como a Arábia Saudita e alguns players europeus que não querem aparecer, conseguiram enlear algumas economias do mundo, como a Rússia, Brasil, Irã, Venezuela e vários outros com algo que poderá ser o maior blefe de toda a história. Ou quem sabe, se der certo o plano deles, conseguirão dar um golpe de misericórdia nessas nações para manterem e expandirem o seu status quo de hiperpotência mundial por mais algumas gerações.

Por conta de seu [subsidiado e]criticadíssimo projeto de extração de petróleo de xisto, algo calamitosamente agressivo à natureza, estão forçando uma baixa de quase 50% nos preços do petróleo tradicional em todas as bolsas do mundo. Dizem [e há quem acredite]que sua produção de óleo de xisto aumentou significativamente suas reservas estratégicas e que, por isso, podem baixar os preços em 50%, algo impensável há apenas poucos meses atrás.

Junto com essa massiva desvalorização, estão tentando desestabilizar as nações ricas em petróleo em seu próprio quintal, a Venezuela e o Brasil.

Na Venezuela, os ataques predadores na economia já fizeram com que a inflação chegasse na casa dos 50%, enquanto no Brasil existe um [conveniente e amplificado]ri-fi-fi de denúncias ainda não comprovadas de um grande desfalque nas contas da Petrobras, que poderá inviabilizar a empresa e causar sérios danos, como a queda do valor de face de suas ações para menos da metade do que valiam há apenas alguns meses atrás, além de grande desemprego e convulsão social. Tudo num plano de [planejado]sincronismo espetacular.

O grande jogo que [os EUA]jogam hoje é desestruturar tanto a Venezuela como o Brasil e a Rússia e, quem sabe, também a China, e apossarem-se “financeiramente” de suas reservas petrolíferas, talvez comprando-as por qualquer ninharia na bacia das almas nessas horas de vacas magérrimas, quando o valor das ações dessas empresas já valem metade do que valiam ontem.

Tão logo essa conquista “via mercado financeiro” se confirme, vão anunciar que o projeto do xisto não deu certo, mas que, nesse ínterim, compraram os poços da Venezuela, da Russia e do Brasil. E pronto! Deu-se o golpe que estão ensaiando já há vários anos, sem disparar um único tiro. Terá bastado somente uma sequência de protoataques como vimos na última década: contra a tal da praga da ameaça bolivariana; com o câncer em cinco chefes de governo na América Latina num mesmo momento; com o [violento]“não vai ter Copa” no Brasil; com a “opção-legal” de Joaquim Barbosa e o Mensalão; com a opção desesperada Marina Silva, que também não vingou, e agora com um “terceiro turno” das eleições democráticas do mês passado e mais o megaescândalo que ainda nem é um processo judicial, mas já xacoalhou toda a estrutura do novo governo brasileiro… Tudo isso, junto com a benesse momentânea e surpreendente do discutidíssimo óleo de xisto, estão colocando de joelhos a maior e mais dinâmica empresa brasileira, que tinha entre suas principais metas promover o maior resgate histórico da educação e da saúde neste país em seus 500 anos de vida, com os royalties do pré-sal.

No entanto, o que vemos neste momento é que a Petrobras está sendo colocada sobre terrível stress que poderá romper não só nosso sistema financeiro e político como nossos planos de resgaste de nossa soberania através da educação e da saúde do povo.

Junto, tentarão rolar a Rússia e talvez a China no mesmo imbróglio; mas há muitos que apostam que o projeto do óleo de xisto irá dar com us burros n’água muito antes dos 12 meses que os teóricos preconizam, que, se realmente acontecer, deveremos ver o feitiço virar contra o feiticeiro e derrubar definitivamente a maior economia do planeta desde o interregno das duas grandes guerras mundiais.

O projeto óleo de xisto e a crise dos ‘subprimes’ (derivativos) de 2008-2009 terão sido grandes demais para o mundo do século XXI engolir… Se o blefe se confirmar, deveremos ver o império americano e seus parceiros da UE serem corroídos velozmente de dentro para fora numa alusão à dilapidação dos afrescos dos palazzos romanos quando da queda do império peninsular a partir dos anos 400 de nossa era.

Essa é a maior briga de cachorro grande que temos notícia na história recente do mundo. Nem mesmo as guerras mundiais trouxeram tantas mudanças como as mudanças que iremos ver caso a aposta no blefe seja realmente o que os EUA estão fazendo neste momento.

E se eles perderem, sai de baixo. Será a terceira guerra mundial e os vencedores serão… os chineses!

Vou apostar no Brasil e na Petrobras mais brasileira ainda: Vou comprar ações em baixa de 50% da Petrobras ainda amanhã e quem sabe ficarei rico em menos de 12 meses.

Quem viver, verá”.

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Criador do Site Verdade Mundial, fotógrafo por amor e profissão. Um inquieto da sociedade! Acredito que podemos mudar o pensamento das massas com a informação. Temos as ferramentas e a vontade de ver um Mundo melhor e livre. Estamos nessa luta há dez anos e em frente!