O Universo No Olhar é um dos poucos filmes que deixam de ser apenas um entretenimento e se tornam uma experiência. Mesmo assim, o longa tem uma característica muito importante que é a de não tentar “converter” a sua plateia. Por mais que apresente uma visão específica, a ideia aqui não é dar resposta, mas sim fornecer as perguntas. Tanto é que o cineasta opta por apenas apresentar os fatos (ou “fatos”), dando ao espectador a possibilidade de interpretá-los da maneira que bem entender.

O novo trabalho do cineasta Mike Cahill (A Outra Terra), opta por um caminho diferente, ao defender a religião em detrimento da ciência, e mesmo assim entrega um resultado intrigante e inteligente, tanto do ponto de vista científico quanto religioso.

Escrito pelo próprio Cahill, o roteiro acompanha Ian (Michael Pitt), um biólogo molecular com fascinação por olhos que se apaixona pela bela Sofi (Astrid Bergès-Frisbey), uma jovem misteriosa cujas crenças vão de encontro a tudo o que Ian acredita e defende. Paralelamente, ele e sua assistente de laboratório, Karen (Brit Marling), desenvolvem um estudo que busca contestar todo o conceito do criacionismo. Porém, após algum tempo, Ian é apresentado a alguns fatos que podem fazê-lo contestar a sua própria crença científica.

Trata-se sim de um excelente filme, independente da sua crença.

Abaixo o único arquivo Online que achamos para a matéria (desculpem, mas ao clicar no play abrirão outras janelas com propagandas, ignorem e voltem ao filme que ele irá rodar):

FONTE

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Reikiana, praticante e apaixonada por Yoga, a estudante de Design de Moda pela UCS, Manoela desenvolveu um grande interesse na conexão espiritual entre o passado, presente e o futuro da humanidade, seus caminhos e mudanças ao longo dos séculos. Suas pesquisas para o Verdade Mundial vem sendo amplamente visualizadas nas áreas da sociedade, história e religião.