Google, Microsoft, Apple, Yahoo!, Facebook e Linkedin divulgaram que os dados solicitados vão desde o conteúdo em seus sites até informações mais precisas, como nome, idade e local de residência de seus assinantes.

Em junho do ano passado, os pesos pesados da tecnologia mundial pediram muito mais transparência do governo para proteger a própria imagem após as revelações e o escândalo sobre a compilação em massa de dados na internet para o programa de vigilância de dados da NSA, denunciada pouco antes pelo ex-consultor da agência Edward Snowden.

Gigantes da internet divulgam pedidos de INFORMAÇÃO feitos pelos serviços secretos dos EUA

Fonte: http://dw.de/p/1B2VD

Pela primeira vez, empresas como Google, Facebook, Yahoo! e Microsoft divulgam números sobre sua colaboração com a agência de inteligência NSA e outros serviços secretos dos EUA. Milhares de pessoas foram afetadas pela espionagem da agência norte americana.

Seis gigantes da tecnologia divulgaram pela primeira vez, estatísticas sobre solicitações judiciais que receberam secretamente de autoridades dos Estados Unidos. A divulgação ocorreu no âmbito do escândalo de espionagem da NSA (sigla em inglês para Agência de Segurança Nacional).

Segundo as empresas, houve um aumento nos pedidos de informações de seus usuários por parte do governo americano, através da Agência de Segurança Nacional (NSA, sigla em inglês) e outras agências de inteligência. Google, Microsoft, Apple, Yahoo!, Facebook e Linkedin divulgaram que os dados solicitados vão desde o conteúdo em seus sites até informações mais precisas, como nome, idade e local de residência de seus assinantes.

Em junho do ano passado (2014), os pesos pesados da tecnologia mundial pediram mais transparência do governo para proteger a própria imagem após as revelações e o escândalo sobre a compilação em massa de dados na internet para o programa de vigilância de dados da NSA, denunciada pouco antes pelo ex-consultor da agência Edward Snowden.

O governo norte americano cedeu a parte dos pedidos das empresas, flexibilizando as regras que restringiam a divulgação das requisições judiciárias que as companhias recebem do governo no âmbito da Corte de Vigilância de Inteligência Estrangeira (Fisa, em inglês). As empresas podem divulgar informação aos clientes sobre o ritmo em que são obrigadas a proporcionar informação à NSA e outras agências.

A gigantesca agência de inteligência dos EUA, a NSA (National Security Agency) um governo paralelo ao (des)governo “formal” do país.

Milhares de usuários FORAM afetados

A Microsoft declarou que, nos primeiros seis meses do ano passado, entre 15 mil e 15.999 contas de usuários foram afetadas por ordens judiciais da Fisa para que o conteúdo dessas contas fosse comunicado às autoridades. O número representa um aumento em relação às solicitações de 2011 – entre 11 mil e 11.999.

A Google afirmou que entre 9 mil e 9.999 de suas contas de usuários foram alvo de ordens judiciais (ante um número entre 7 mil e 7.999 em 2011). As ordens afetaram entre 5 mil e 5.999 contas do Facebook e entre 30 mil e 30.999 contas do Yahoo!. As empresas reiteraram que as diferentes contas dos mesmos usuários foram contadas individualmente.

Segundo o acerto com o governo, as empresas devem esperar pelo menos seis meses para comunicar os números e só podem divulgá-los em parcelas de mil.

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