O vídeo é de 2012, mas nada mudou na Ilha de Marajó até hoje. Mesmo com o Pará escapando da recessão entre os demais estados da federação, e apresentando contínuos superávits comerciais pela exportação de minérios, o povo marajoara, está condenado à miséria. Nem o estado e nem a União, se interessam, a não ser os balseiros, que trocam sexo com crianças de 9 e 10 anos, por um prato de comida.

Nada disso é novidade,claro. O país inteiro é sabedor da prática extrema de pedofilia praticada contra às crianças marajoaras, filhos de famílias miseráveis, que em canoas precárias, mendigam comida nos navios ancorados nas docas.

Os religiosos fazem a sua parte, mas à necessidade básica das famílias não se extingue, e os pedófilos covardemente comemoram e se aproveitam da miséria, destruindo vidas e infância. O trabalho dos religiosos consegue o mínimo, porém não o mínimo que se faz necessário à vida humana, como educação,saúde,trabalho, assistência social, e segurança. Nada disso existe para à comunidade ribeirinha tão sofrida e destruída na Ilha de Marajó.

É bem verdade que falta tudo isso no Brasil inteiro. Muito dos brasileiros sofrem pela falta do básico, principalmente no nordeste, mas quando se fala em pedofilia extrema, a Ilha de Marajó, é campeã nacional nessa prática perversa.

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