De acordo com relatos, o fenômeno ocorria à noite com criaturas semelhantes aos seres humanos de estatura média. Os OVNIs tinham formato esférico, aparência cilíndrica e mais raramente forma de peixe. A maioria das pessoas que observavam fatos ligados à evidência de extraterrestres eram atingidos por feixes de luz supostamente disparados pelos OVNIs. A “luz vampira” tinham ação paralisante e deixava consequências duradoras: vertigem, dores no corpo, tremores, falta de ânimo, sonolência, fraqueza, rouquidão, queda de pelos, descamação da pele lesada (queimaduras de 15 cm de primeiro grau no tórax) e dores de cabeça.

O chupa, geralmente luz de cor azulada, picava a pele do ser humano deixando três pequenos furos. Suponha-se que pelo “canudo luminoso” fosse sugado amostras de sangue – daí o nome. Cerca de 80% das vítimas eram mulheres. A doutora Wellaide Cecim Carvalho percebeu que as pessoas atingidas pelo chupa perdiam hemácias, o que seria a causa dos sintomas. Wellaide também afirmou que as queimaduras tinham características que a diferenciavam: a queimadura sofria necrose de forma imediata, enquanto o normal seria que ocorresse 96 horas depois. A doutora Wellaide, na época fez vários relatórios para Secretaria Executiva de Saúde por causa da grande quantidade de casos, mas foi proibida pelos órgãos de governo de admitir que houvesse algo estranho, e que tentasse “convencer as pessoas atingidas pelas luzes conhecidas por chupa-chupa de que elas estavam sendo vítimas de uma alucinação coletiva e que aquilo que elas viram nunca existiu”, afirmou Wellaide numa entrevista para o jornal O Liberal.

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