Shambala, Shambhala ou Shamballa, é um local místico citado em textos sagrados e presente em diversas tradições do Oriente. No budismo tibetano, Shambala é um reino oculto, dentro de uma outra dimensão mais sutil do que a 3º dimensão, localizada entre a região do Himalaia e o Deserto de Gobi. Também é considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoísmo, hinduísmo e budismo.
Shambala vem do Sânscrito que significa “lugar da paz” ou “lugar do silêncio”.

É considerado o maior e mais suntuoso Centro de Luz espiritual da Terra. Há milhões de anos, ele foi construído fisicamente em uma ilha no Mar de Gobi. Quando naquele lugar, onde então se estendia um vasto mar, através de comutações planetárias, se desenvolveu o deserto, Shambala foi elevado a esferas sutis.

Dizem que Shambala também possui uma forma de acesso pelo plano físico, porém só pode ser adentrado por indivíduos cujo a sua conduta e carma permitem.

Segundo os ensinamentos escritos e orais de Kalachakra , transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama (em exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de Shambala variaria segundo a natureza espiritual do observador: “por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive”.

No final do século Shambala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente.

A localização exata de Shambala é um mistério. Numerosos exploradores e adeptos de diferentes tradições espirituais tentaram encontrar a “cidade invisível” sem sucesso. Teósofos vão mais além e apontam o deserto de Gobi como o lugar que abriga a “morada dos deuses” (ou dos mestres ascensos). Entretanto, esta Shambala, que ninguém pode ver ainda que percorra todos os quadrantes do deserto, situa-se além da realidade física percebida pelo homem; Shambala é uma ponte, portal entre o mundo dos homens e um outro mundo, um mundo além da percepção ordinária. Muitos dos Lamas do Tibet dedicaram, e dedicam, suas vidas a obter um desenvolvimento espiritual que possa conduzi-los a uma “viagem até Shambala”.

Textos budistas dizem que Shambala pode ser alcançada apenas através de uma longa e árdua jornada por entre violentos desertos e montanhas, e avisa que somente quem é chamado e tem a preparação espiritual necessária será apto a encontrá-la. Outros irão achar apenas tempestades e montanhas vazias, ou então a morte.

O artista, filósofo e explorador Nicholas Roerich (1874-1947), viajou através da China e Mongólia para as fronteiras do Tibete entre 1925-1928. Durante um diálogo com um lama, a seguitne frase lhe foi dita: “A Grande shambla está muito além do oceano. Ela é um poderoso reino celestial. Não tem nada a ver com a nossa Terra… só em alguns lugares, bem ao norte, você poderá discernir os resplandecentes raios de Shambala.”

Os nazistas também teriam o propósito de desvendar a mística Shambala em suas expedições, visto como um objeto de poder. Hitler e os nazistas tinham um enorme interesse no oculto, e essa seria apenas mais uma expedição com uma intenção secreta, assim como a expedição para a Floresta Amazônia, Antártida, entre outros.

O grande escritor Lobsang Rampa, disse que visitou inúmeras vezes um lugar místico, lugar que tinha a temperatura alta, em pleno Himalaia. Lobsang escreveu: O Tibete é o país mais conveniente de todos para os disco voadores. É distante da explosão do dia a dia do mundo, e é habitado por aqueles que colocam a religião e os conceitos científicos antes do ganho material. Por muitos séculos os habitantes do Tibete conhecem a verdade sobre os discos voadores, o que são, quem são, como trabalham, e o propósito por detrás de tudo isso. Nós conhecemos as pessoas dos discos voadores como os deuses no céu em suas carruagens de fogo (como dito na Bíblia).

Uma história antiga no Tibete diz que certa vez havia um jovem se aventurando em busca de Shambala. Depois de explorar as inúmeras montanhas ele encontrou uma caverna, e dentro havia um ancião eremita que perguntou ao jovem:

“Quais são suas metas que lhe fazem explorar essas profundas neves?”
“Encontrar Shambla,” respondeu o jovem .
“Ah, você não precisa ir muito longe.” Falou o ermitão. “Contemplar o reino de Shambala, está dentro do seu coração.”

FONTE

About Author

Reikiana, praticante e apaixonada por Yoga, a estudante de Design de Moda pela UCS, Manoela desenvolveu um grande interesse na conexão espiritual entre o passado, presente e o futuro da humanidade, seus caminhos e mudanças ao longo dos séculos. Suas pesquisas para o Verdade Mundial vem sendo amplamente visualizadas nas áreas da sociedade, história e religião.