Fenômeno é proveniente de movimentações de blocos de rocha, diz UEL.
Segundo especialistas, não há relação dos tremores com obras no solo.

Os tremores registrados em Londrina, no norte do Paraná, durante os meses de janeiro de 2015 e dezembro de 2016, têm “fortes indícios de origem natural”, de acordo com estudo divulgado por especialistas da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e da Universidade de São Paulo (USP) no domingo (10).

Conforme os especialistas, o fenômeno é proveniente de “movimentações de blocos da rocha basáltica abaixo da camada do solo”. Os registros são de baixa intensidade – de até 1,9 de magnitude – e bastante localizados.

Os bairros epicentrais são: Jardim Califórnia, Jardim São Fernando, Jardim Caravelle, Jardim Petrópolis/Iate Clube e Terras de Santana.

Ainda segundo o estudo, não há nenhum evidência de que os tremores são relacionados a obras feitas no solo, como era a suspeita inicial dos moradores.

Todas as informações são preliminares e ainda é necessário que as análises continuem sendo feitas, diz a UEL. Cinco estações sismográficas estão instaladas na cidade para acompanhar os fenômenos. Não há prazo para que os tremores sejam esclarecidos completamente.

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