Realidade ou Ficção, o que é mais difícil de acreditar?

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Quando começamos a enxergar um pouco além do que nos ensinado nas escolas, começamos a perceber que praticamente tudo aquilo que tínhamos como verdade começa a desmoronar. Assim como em um jogo de quebra cabeças, ao irmos unindo os pequenos fragmentos de história manipulada que tentaram nos engrupir a vida inteira, começamos a perceber o grande “monstro” a se criar.
Mesmo quando ainda não tinha a menor a ideia do quão manipulada é a história como conhecemos, já existiam alguns fatos que me causavam certa estranheza, como por exemplo, como é que ninguém se pergunta por que sempre aprendemos que os americanos são os “heróis” da segunda guerra mundial, sendo que foram os únicos a usar armas nucleares e ainda por cima em cidades que pouco tinham a ver com o conflito, dizimando em torno de 220.000 de pessoas que estavam seguindo o cotidiano de suas vidas, trabalho, escola, etc.

De acordo com estudos realizados nos escombros das cidades, praticamente todas as pessoas que estavam até 1 km do centro da explosão foram mortas instantaneamente (86%). As bombas explodiram nos centros das cidades e pulverizaram escolas, escritórios, prisões, lares, igrejas e hospitais. No centro do ataque, tudo virou pó, não havia cadáveres. Mais longe do ponto zero havia corpos espalhados por toda parte, inclusive de bebês e crianças.
Peter Scowen, conta em seu livro que o exército japonês enviou Yosuke Yamahata para fotografar Nagasaki no dia seguinte ao bombardeio.
“Suas fotos mostram uma cidade completamente aplainada, homogeneamente alisada. (…) Ele tirou fotos de uma mãe morrendo de envenenamento radioativo e amamentando seu bebê, também à morte; fotos de fileiras de cadáveres, pais tentando, inutilmente, cuidar das queimaduras no corpinho de seus filhos. Yamahata morreu de câncer em 1966, com 48 anos”.

[Imagem: hiroshima-nagasaki-vitimas-003.jpeg?w=400&h=301]

[Imagem: hiroshima-garoto-carbonizado.jpg?w=500]

Foto flagra a agonia do garoto que frequentava a escola quando foi carbonizado pelos raios de calor da bomba atômica

[Imagem: hiroshima-nagasaki-vitimas2.jpg?w=500]

Foto tirada sete anos após o bombardeio em Saka, localidade de onde 252 restos mortais foram escavados em cinco diferentes lugares.

Estes são os “heróis” retratados em filmes e nos livros de história.

Fonte:
https://umhistoriador.wordpress.com/2012…ue-impune/

Quando começamos a pesquisar mais a fundo os fatos históricos em fontes alternativas, começamos a perceber que todos os fatos que alteraram o rumo da humanidade de uma maneira ou de outra, são contados de acordo com o interesse daqueles que arquitetaram ou saíram vitoriosos de tais situações.
Vamos adiante.

Nazismo:
Esta aí uma palavra que nos causa um verdadeiro arrepio. E aí daquele que resolve contestar a história oficial. Mas já que quem esta na chuva é para se molhar, vamos falar a respeito disto também.
Novamente, antes de eu começar a sequer imaginar que a história como conhecemos pudesse não ser exatamente como nos é ensinada, eu li o livro “O Homem que Venceu Auschwitz” e estranhei como em um campo de concentração dito como sendo o pior de todos, o protagonista consegue trocar de lugar com um prisioneiro Judeu por duas vezes para assim poder presenciar as atrocidades que lá aconteciam.
Depois pesquisando mais a fundo sobre este assunto comecei a perceber outras incoerências conforme as listadas abaixo:

[Imagem: 00006%5B1%5D.jpg][Imagem: dieudonne.jpg]

negros na SS, a guarda de elite de Hitler

Essa foto nunca foi revelada em qualquer livro de historia. O motivo, os historiadores não conseguiram fazer um “remendo” na história que eles criaram sobre a intolerância racial alemã.

[Imagem: negroehitlerbp5.jpg]
Imagem de Hitler dando um autografo a um homem negro.

Câmeras de Gás:

Impossibilidades físico-químicas
[Imagem: camaras.jpg]

A foto esquerda mostra a porta de entrada de uma suposta câmara de gás em Auschwitz, que além de ser de madeira, abre por dentro e para dentro. Na fotografia da direita, porta de uma das câmaras de gás nos EUA para execução de prisioneiros condenados a morte, altamente reforçada para evitar vazamentos e foi desenvolvida para a execução de UM prisioneiro por vez e não de milhares. Obs: Ambas são da década de 30/40.

O Dr. Piper vai além. Ele descreve outras “provas” da chamada “solução final” que foram fabricadas. Ele comprova o uso do Zyklon-B (Gás que teria sido utilizado nas câmeras) era utilizado unicamente no despiolhamento das roupas dos internos e – como judeu, falando francamente a outro judeu – concorda que as descobertas e provas do expert Fred Leuchter, feitas à sua revelia, são corretas! (Leuchter provou, através de testes científicos feitos em laboratórios, a não-utilização de Zyklon-B nas alegadas “câmaras de gás” – Veja o livro Acabou o Gás, da Revisão Editora).

Números fraudulentos
[Imagem: Image12.jpg]

Discreta reportagem de jornal informando que uma comissão do governo polonês decidira diminuir o número de mortos em Auschwitz de 4 milhões para 1,5 milhões devido a uma superestimativa dos soviéticos ao libertar o campo em 1945

Durante décadas, foi afirmado nesta placa que quatro milhões de pessoas foram genocidamente mortas em Auschwitz. Tal como resumido pelo Dr. Faurisson, até 3 de Abril de 1990, esta Placa “comemorativa” – onde o Papa e presidentes de muitas nações foram levados de modo a poderem genoflectir perante vítimas não-existentes, tinha a seguinte inscrição em 19 línguas:

“Quatro milhões de pessoas sofreram e morreram aqui às mãos dos assassinos Nazis entre os anos 1940 e 1945.”

Durante quase meio século, aproximadamente 500,000 turistas ingénuos foram deliberadamente enganados por guias intelectuais e vigaristas imorais enquanto visitavam o parque tema de mentiras e horrores anti-germânicos em Auschwitz e Birkenau – onde visitas guiadas, livros e filmes insistiram durante décadas que tudo o que o visitante via estava “…no estado original.”

No novo texto lê-se o seguinte:

“Que este lugar onde os Nazis assassinaram 1,500,000 homens, mulheres e crianças, de que a maioria eram Judeus de diversos países Europeus, seja para sempre para a humanidade um grito de desespero e de aviso.” (Luc Rosenzweig, “Auschwitz, a Polónia e o genocídio” (Tr.’s Note: Auschwitz, Poland and the genocide), Le Monde, January 27, 1995, pag 1).)

Porque é que baixaram os números?

Agora o Grupo de Pressão de Promoção do Holocausto diz, “Bem, que pena, não fomos nós. Os Soviéticos sonharam com esses números.”

De acordo com esta linha de argumentação, os perversos Soviéticos

“…propositadamente elevaram o número de baixas não-Judias em Auschwitz-Birkenau muitas vezes o número real. Com o fim do comunismo na Polónia e na antiga União Soviética, oficiais no museu de Auschwitz baixaram meticulosamente os números de baixas de acordo com as estimativas de historiadores que, durante anos, insistiram que pereceram entre um e um milhão e meio de pessoas em Auschwitz-Birkenau- 80-90% dos quais Judeus. (The Breitbard Document, as published by the Simon Wiesenthal Center )
Claro, culpem os Russos e os Polacos. Não dêem aos Revisionistas crédito por os números encolherem constantemente sob a lupa do escrutínio erudito.

Fontes:
http://verdade1945.blogspot.com.br/2007/…judeu.html
http://revisionismoja.blogspot.com.br/20…vra-o.html

Vamos falar agora de um fato histórico que também alterou o rumo da humanidade em determinados aspectos.

A ida do homem a Lua:
E mais uma vez, antes de eu sequer sonhar com o quão manipulado somos ao longo de nossas vidas, eu já via algumas aspectos curiosos a respeito deste fato.
Seria possível mesmo, apenas um ano após o 1º homem ter conseguido ultrapassar a Estratosfera e atingir o espaço (um russo, diga-se de passagem), os americanos terem conseguido uma façanha desta magnitude? Olha o salto tecnológico que houve em apenas um ano. E não sei o que é pior, a afirmação por si só do homem ter ido a lua em 1969 quando nem o Atari (Vídeo-game que quem é da década de 80 conhece) existia, ou se é terem realizado uma transmissão ao vivo de lá.
Para este assunto eu deixo o seguinte link:
http://www.afraudedoseculo.com.br/

Vamos falar agora de um assunto bem mais recente e que no meu caso, foi a “porta de entrada” para conseguir enxergar todas as outras mentiras históricas que aprendemos na escola e passamos adiante como verdades absolutas e incontestáveis.

Ainda me lembro daquele dia muito bem 11/09/2001, estava eu no meu quarto assistindo televisão quando começaram a transmitir ao vivo o que estava acontecendo em Nova York. Acompanhei o impacto do segundo avião incrédulo. Depois, antes das torres entrarem em colapso eu tive que ir para a escola, estava no ensino médio na época. Na escola não se falava em outra coisa. À noite quando cheguei em casa o noticiário não noticiava nada além disto, e assim foram os dias subsequentes.
Levei mais de 10 anos para começar a suspeitar que talvez os acontecimentos daquele dia não tivessem sido bem da maneira como nos foi mostrado. Hoje depois de todos os artigos que já li a respeito deste fato, todos os vídeos, depoimentos de testemunhas, engenheiros, físicos, cientistas e todas as demais provas irrefutáveis daquela grande farsa, vejo e até me envergonho do quão ingênuo fui ao acreditar naquela história absurda que nos enfiaram goela abaixo. E fico abismando ao ver que a grande maioria da população mundial acredita e replica todas estas mentiras de geração a geração.

Agora temos esta crise econômica e política no nosso país. Algo sem precedentes na história do Brasil. Não será esta mais uma manipulação e engodo a se desenrolar bem diante de nossos olhos? Não estaremos mais uma vez sendo enganados ao acreditarmos que as mudanças que estão para ocorrer no nosso governo, estão a ocorrer pela vontade e insatisfação popular e não pela vontade dos que regem a história a seu bel-prazer?

Vamos esperar para ver os próximos capítulos desta novela e de todas as outras que ainda se sucederão. Mas independente do que aconteça aqui e no mundo, o fato é que me convenço cada dia mais que nem a mais mirabolantes das ficções, é párea para nossa triste realidade.

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About Author

Criador do Site Verdade Mundial, fotógrafo por amor e profissão. Um inquieto da sociedade! Acredito que podemos mudar o pensamento das massas com a informação. Temos as ferramentas e a vontade de ver um Mundo melhor e livre. Estamos nessa luta há dez anos e em frente!