Só uma parcela minúscula dos crimes sexuais contra crianças chega às autoridades

Nos EUA, o National Center for Victims of Crimes (Centro Nacional de Vítimas de Crimes) calcula que 1 a cada 5 meninas e 1 a cada 20 meninos já tenham sofrido alguma forma de abuso sexual, um valor muito inferior ao registrado pelas autoridades criminais. Informações detalhadas estão disponível do artigo Violence, abuse, and crime exposure in a national sample of children and youth (Violência, abuso e exposição ao crime em uma amostra nacional de crianças e jovens), de professores da Universidade de New Hampshire.

Os casos brutais de violência sexual infantil exibidos nos noticiários, porém, são uma parcela pequena das ocorrências. Na maior parte das vezes, a pedofilia se manifesta em formas de abuso menos perceptíveis. A mera observação de crianças em situações cotidianas, especialmente quando há maior exposição do corpo, é comum. Amasturbação na frente de crianças e carícias com intenções ambíguas também são recorrentes. Nos casos de incesto, descobrir o que ocorre é ainda mais difícil.

Como explicou o ginecologista Jefferson Drezzet, do hospital Pérola Byington, em entrevista à GALILEU, “com crianças, a maior parte dos casos é praticada por pessoas conhecidas, e, do total desses conhecidos, 80% ou 90% faz parte do núcleo familiar. Pai, padrasto, irmão, tio materno, paterno, avô, cunhado, etc. Há também um grupo muito grande de pessoas que não são do núcleo familiar, mas que têm acesso privilegiado àrotina da criança.  Isso torna muito difícil a identificação e interrupção do abuso.”

Há menos substância cerebral branca em pedófilos, o que dificulta as conexões cerebrais

Nas últimas décadas, a neurociência passou a analisar a influência de fatores biológicosna atração sexual por crianças. E já há descobertas relevantes na área.

James Cantor, da Universidade de Toronto, descobriu, em 2007, que há menos substância branca nos cérebros de pedófilos. Esse conjunto de células gliais e axônios mielíticos é responsável, entre outras funções de apoio, pelo isolamento elétrico e conexão entre as várias partes do órgão.

Os problemas de conexão poderiam ajudar a explicar as distorções comportamentais, transformando o instinto de proteção que um adulto costuma sentir em relação a uma criança em desejo sexual.  Os resultados foram publicados em 2008, na 3º edição doPeriódico de Pesquisa Psiquiátrica, da Elsevier. [FONTE]

Pegos no flagra! Matérias exibidas pelo programa CQC chocam a população

O programa CQC exibido pela rede Bandeirantes no Brasil levou vários assuntos a níveis extremos em suas reportagens, mostrando a verdade nua e crua! Em dois momentos eles publicaram o encontro com um pedófilo via web se passando por uma garota de 14 anos e em outro, em plena luz do dia, homens com mais de sessenta anos oferecendo dinheiro em troca de sexo com meninas de 13 anos pelas ruas de São Paulo! Confiram duas matérias incríveis de programas que não tem medo da verdade:

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