Igualdade. Tudo começou com esta simples palavra mas perdeu-se no horizonte o sentido original que ela propunha, num emaranhado de ideologias que promoveram, se por um lado mais liberdade as mulheres, por outro mais angustia e confusão. Quem diria que uma luta, que começou com motivos nobres, propondo o sufrágio feminino, terminaria numa espiral onde os outrora maus hábitos predominantemente masculinos (adultério, alcoolismo, palavras de baixo nível, promiscuidade generalizada, etc), seriam adquiridos e totalmente absorvidos também por mulheres. E pior, que todo o fruto dessas estatísticas, que mostram um declínio moral feminino. seria no fim designado, por justiceiros sociais, como “liberdade”.

Após Freud, e outros filósofos hedonistas (como Nietzsche), terem decretado em suas obras a morte de Deus no século XIX, assistiu-se, no seguinte século, o crescimento da cultura do ego. Não foi a toa que os satanistas modernos (como De Lavey) sentiram-se acomodados com a vasta gama de idéias que foram construindo o século XX, a ponto de criarem um culto baseado no egoísmo e na psicopatia, e que representa tudo o que contrapõe a cultura judaico-cristã (usando-os aqui somente como fenômeno da degradação da cultura). A sociedade tem sido então moldada – e com sucesso – para destruir valores. E um dos resultados negativos dessa nova absorção de valores femininos, principalmente apos as décadas de 60, culminou no crescimento de lares com mães solteiras, afligindo boa parte de uma nova geração que viria a crescer sem o pai. O homem deixou de ser importante, e o Estado assumiu o seu papel, principalmente através de bolsas assistencialistas. Não dizendo que exista nada de errado em mães solteiras receberem apoio, torna-se fulcral descobrir em que ponto a luta pela libertação das mulheres se desencaminhou tornando-se, em boa parte dos casos, como combustível alimentando labaredas que vão corroendo a estabilidade social. Não isentando homens, que aproveitando-se da cultura promiscua, ao invés de se resguardarem de maus hábitos e assumirem um papel de responsabilidade diante de uma sociedade doente, decidiram se tornar como Peter Pan, criando a volta de si um mundo onde não precisariam mais de crescer, sem a necessidade de fazerem sentir a volta de si a verdadeira aura masculina em outros, que clamam silenciosamente por ela.

Tradução: Renan Poço
Revisão: Hélio C. Junior

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