Mediunidade

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“Esses dias atrás comecei a sentir uma intensa energia se aproximando, e quanto mais “perto” ela chegava, mais intenso era o estado meditativo que eu atingia, e quando digo intenso, é do nível de tirar lágrimas dos olhos.

Aproveitei-me daqueles momentos para receber muito amor, em forma de informação, e, dentre essas informações, percebi que quem tinha colado no meu campo era ele, meu parceiro Miguel, o Arcanjo.

E durante essa deliciosa troca, me foi pedido, gentilmente, para que falasse sobre a mediunidade.

E como missão de Luz dada, é missão de Luz cumprida, bora lá!

Uma novidade: somos feitos de células, que são feitas de moléculas, que são feitas de átomos, que, por sua vez, são feitos por: prótons, nêutrons e elétrons. Os prótons são formados por quarks, os quarks, por Bóson de Higgs, que, na verdade, é uma onda que, ao colidir com outra, dá origem ao que chamamos de massa, matéria.

O que importa disso tudo é entender que: no final das contas, tudo é onda, tudo tem uma frequência.

Tudo que existe no universo é feito de átomo. E tudo, é tudo. Nós, os animais, as pedras, a água, o ar, a lua, o sol, Marte, Andrômeda, todas as galáxias. Tudo, tudo que existe, é feito de átomo.

O Todo está estruturado na forma de dimensões. Cada dimensão corresponde a uma faixa de frequência, onde os átomos que a compõem, vibram dentro dessa faixa. Quanto menor a dimensão, menor a frequência de vibração, logo, mais densa ela será. Quanto mais elevada, mais sutil.

Nós somos seres multidimensionais, apenas nosso corpo físico está na terceira dimensão, nossos demais corpos, estão em dimensões superiores.

Acontece que, nossos olhos físicos, são capazes de observar apenas os átomos que estão vibrando na faixa de frequência da terceira dimensão. E isso quer dizer que: nossa percepção da realidade se limita, visualmente falando, a terceira dimensão. Isso não quer dizer que não existam outras dimensões, e sim, que não somos capazes de observá-las com nossos limitados olhos humanos.

É preciso que se entenda isso: nossa ciência está baseada no mesmo princípio, mas ao invés de ser com os olhos físicos, é com os “olhos” dos microscópios eletrônicos. O que quero dizer, é que nossa ciência espera existir a massa (Bóson de Higgs), para fazer ciência. Ela se limita a estudar os fenômenos físicos pertinentes à terceira dimensão, o que, obviamente, não muda o fato de existirem outras dimensões.

Existe apenas uma realidade, e ela se apresenta na forma de dimensões. E adivinha o que existe em cada dimensão? Seres que vibram aquela dimensão.

Ou seja, se você mudar sua vibração para a faixa de frequência da quarta dimensão, você passará a “enxergar” os seres que estão na quarta dimensão, a realidade da quarta dimensão. O raciocínio é o mesmo, independentemente da dimensão em questão.

Então queridos trabalhadores de Luz, a mediunidade nada mais é que o acesso à informação em dimensões superiores a terceira. E essa informação, pode vir através dos seres que estão presentes nessas dimensões. Simples assim.

Agora, de coração, qual o problema nisso?

Desde pequenos fomos programados para acreditar somente na materialidade, somente nos 5 sentidos cerebrais. E mais, fomos doutrinados no medo do desconhecido, medo do “outro lado”, dos espíritos.

E tudo isso é muito simples de entender: se todos, com honestidade, se dedicassem a estudar a lógica do universo, a entender como a existência está estruturada, compreenderiam que é natural que existam seres em outras dimensões, que não conseguimos enxergar com nossos olhos físicos. E não somente seres, existe uma realidade inteira com: casas, animais, árvores, etc.

Atingindo esse estado de consciência, torna-se natural a ideia da existência de seres em outras dimensões, o medo desaparece, e estamos prontos para nos comunicar com o universo, com o Todo.

Então entendam: esse medo que existe do desconhecido, da morte, é fruto de uma programação feita para assegurar as baixas vibrações, a ignorância. E quando digo ignorância, não digo no sentido pejorativo, e sim, no sentido de ignorar a realidade, ignorar o amor.

Lembram? Vivemos uma sociedade comandada pelos reptilianos, e o que eles querem, é nos manter vibrando baixo, vibrando no medo, no ódio, na escassez, e, para que isso ocorra, é preciso que limitemos nossa consciência a terceira dimensão, a densidade, ignorando a realidade, e, consequentemente, a existência da vida além da 3D.

Todos nós somos seres mediúnicos, todos nós somos seres multidimensionais. O que muda de ser para ser, é o estado de consciência em que eles se encontram. O que quero dizer é: o que difere um humano terrestre que troca ideia com seres que estão na quinta dimensão, de um que não troca, é que o primeiro acredita que isso é possível, ele tem consciência disso, já o segundo, não acredita, ele ainda possui uma crença limitante.

É normal que, com a transição planetária a todo vapor, cada vez mais aumente o número de pessoas que estão relembrando suas habilidades. É notório o crescimento da clarividência, clariaudiência, projeção astral, ou qualquer outra forma de percepção além da matéria.

E a maioria dessas pessoas têm em comum dois sentimentos: medo e culpa.

A primeira reação que temos a uma situação não conhecida, é sentirmos medo. Como não dedicamos tempo a observamos esse assunto, a estudá-lo, qualquer clarividente, ao se deparar com um ser com formato não humanoide, sentirá, obviamente, medo.

Qualquer um que ouvir uma voz que não venha das pessoas que estão, fisicamente, presentes, muito provavelmente será tomado pelo pavor, pelo medo.

E insisto, o medo é do desconhecido. Se houvesse um preparo anterior, que levasse o ser a um estado de consciência onde exista a compreensão da vida por todo universo, independentemente de que planeta esteja, de que dimensão se encontre, do formato do corpo, da cor da pele, de qualquer fator que nos cegue da realidade última, o medo não seria possível, a lógica do amor não permitiria tal vibração.

É preciso soltar o medo, é preciso acreditar no amor. O Todo é vida, e Ele, é tudo que existe, logo, existe vida em todos os lugares.

Como subproduto do medo, temos a culpa.

Há pessoas que encaram a mediunidade como punição, como algo ruim. Essas, ao menos, não podem mais alegar o medo do desconhecido, eles já tomaram consciência que “enxergam” seres que não estão visíveis aos olhos de todos. Elas sabem que existe esse lado e o outro lado.

É aí que entra outro medo, que é o da não aceitação. As pessoas sensitivas, muitas vezes são diagnosticadas como esquizofrênicas, ou qualquer outra classificação que dê a entender um problema com a realidade. E o pior, elas são classificadas como não-normais. Então para não ficar de fora da “rodinha”, para não ser excluída da sociedade, muitas pessoas escondem sua mediunidade, e mais, muitas lutam contra ela, até o ponto de adormecê-la novamente, tudo pelo medo de não ser aceito, o que gera a culpa por exercer tal habilidade.

Há outras que, ao se darem conta do seu poder, ao, minimamente, entenderem o quanto de informação podem receber, caem no programa do merecimento, e se sentem culpadas por serem “melhores” que os outros, como se a mediunidade não fosse uma habilidade inata a todos nós.

Outra culpa que rola é a de ter muita informação, e não dar um “fim” digno a ela. Quanto mais informação, quanto mais se expande a consciência, mais poderosa a pessoa se torna. Dentro dela, uma luta incessante entre o ego e o Self. O ego julga o tempo todo, ele é o inventor da culpa, é ele quem propõe a sua mente: olha, você tem muita informação, e não está fazendo nada de bom com isso, que tal, pelo menos, se sentir culpado? Ao mesmo tempo, temos o Self te empurrando para o amor, e, onde há amor, não há culpa, não há julgamento, e sim, compreensão, compaixão, perdão.

Fomos programados para sentirmos culpa, e a reprogramação, só pode ser feita por nós. Pare de aceitar a culpa, pare de acreditar nela. Tenha compaixão de si, pratique o perdão.

Aceitem a mediunidade com naturalidade, não temam o desconhecido, não tenham medo da vida.

Todos nós temos um motivo para estar aqui, todos temos uma missão a cumprir, e, todos, temos uma equipe espiritual nos auxiliando nessa jornada. É completamente normal, natural, que nos comuniquemos com eles, que sejamos ajudados. O Todo é amor, e, onde há amor, há cooperação, há amparo, há união.

E não nos esquecemos da realidade, as dimensões próximas da terceira, são habitadas por seres positivos, ligados ao Todo, e os negativos, que negam o amor, negam o Todo. Então, ao acessarmos outra dimensão, devemos estar cientes disso, e, ao se deparar com outro ser, saber se comportar.

E quando digo saber se comportar, quero dizer que devemos ser, literalmente, assertivos, e, nesse caso, ser assertivo é perguntar para o ser quem ele é. Assim que sentirmos, vermos, ou ouvirmos um outro ser, a primeira coisa que devemos fazer é perguntar três vezes: você é da Luz?

Se a resposta for não, mande o seguir seu caminho, e siga o seu.

Caso a resposta seja sim as três vezes, continue a conversa e aproveite-a!

Essa é a recomendação feita pelo Arcanjo Miguel, em mensagem canalizada por Leanne Allard/Azæla (leia a canalização aqui).

E convenhamos, é uma ação um tanto quanto óbvia. Criarmos qualquer ideia de um ser, antes de conhece-lo, é puro pré-conceito. O Todo é amor, e, onde há amor, não há pré-conceito. Então antes de qualquer coisa, antes de ter medo, antes de, literalmente, espantar um irmão, pergunte a ele primeiro quem é, saiba se ele é da Luz, e sinta suas intenções com você.

Estar na presença de um ser de Luz é uma sensação inenarrável. Toda vez que me “aproximo” do Arcanjo Miguel, de Jesus, o Cristo cósmico, e de todas as consciências de Luz que mantenho contato, uma avalanche de amor toma conta de mim, e então, sou tomado por um enorme sentimento de gratidão. Gratidão pela vida, gratidão pelo amor.

Gratidão ao irmão Miguel pela presença, confiança e parceria. Muitos outros trabalhos virão.

Busque conhecimento, emita amor, seja Luz.”

FONTE

About Author

Estudante no curso Design de Moda pela UCS, Manoela desenvolveu um grande interesse na conexão espiritual entre o passado, presente e o futuro da humanidade, seus caminhos e mudanças ao longo dos séculos. Suas pesquisas para o Verdade Mundial vem sendo amplamente visualizadas nas áreas da sociedade, história e religião.