Muitos já ouviram falar sobre os Anunnakis, mas poucos sabem a sua história como é contada e defendida por vários historiadores dos antigos povos da Mesopotâmia, região onde hoje se situa o Iraque. A palavra Anunnaki, conforme a língua suméria, significa “aqueles que vieram do céu”. De acordo com essas antigas histórias, os Anunnakis teriam vindo do planeta Marduk ou Nibiru, um décimo planeta ainda não confirmado, do nosso sistema solar, com o objetivo de extrair ouro da Terra, para ajudar na reconstrução da atmosfera de seu planeta, comprometida pela destruição de sua camada de ozônio. É interessante observar que a nossa ciência atual diz que é possível recompor a camada de ozônio da Terra, usando nanopartículas de ouro.

A civilização mais antiga do mundo, os sumérios, nos deixaram várias tábuas de pedra onde gravaram não só a origem do homem pelos Anunnakis, como também os motivos para nos criarem. Aproximadamente há 450 mil anos a.C., os Anunnakis chegaram na Terra comandados por Enki, filho de Anu, e estabeleceram sua base na antiga Mesopotâmia, para extrair ouro do Golfo Pérsico. Mais tarde, estenderam essa mineração para a África e as Américas. Esse ouro era refinado e enviado para espaçonaves de transporte situadas em órbita na Terra e na Lua. Mais adiante, precisavam de mais e melhor mão de obra para trabalhar nas minas e acabaram desenvolvendo o Homo Sapiens, através da manipulação genética do DNA do Homo Erectus, antigo hominídeo extinto, com DNA do próprio Anunnaki. Dentro dessa história, Enki foi o criador de Adão, o primeiro homem.

A Babilônia estava situada neste território, seu significado era “a porta de Deus” e, em todos os textos sumérios, existe uma infinidade de citações a esses deuses colonizadores da antiguidade, portadores de altíssima tecnologia. Quando os Homo Sapiens se tornaram muito numerosos, passaram a ser expulsos das cidades Anunnaki e gradualmente se espalharam pelo planeta. As mulheres humanas eram belas e acabou acontecendo cruzamentos entre elas e Anunnakis. Dessa união nasceram os gigantes semideuses, chamados Nephilins. Essa raça híbrida despertou a fúria de Anu, que resolveu acabar com a raça humana criada por seu filho Enki.  Como eles sabiam que a aproximação de Nibiru não tardaria, ocasionando um deslocamento nas calotas polares com aumento do volume de água na Terra, decidiram deixar os humanos morrerem afogados. O que não esperavam era que Enki não concordou em acabar com sua criação e, contrariando uma decisão de seu pai, ajudou Noé a construir uma arca onde pudesse sobreviver a essa inundação. Contam essas tábuas que Enki visitou Noé, deu as costas para ele e falou para a parede, dando todas as instruções para que sobrevivesse. Dessa forma, conseguiu ajudar os humanos sem ter desobedecido seu pai, pois ele falou com uma parede e não com um humano. Quando as águas abaixaram, os Anunnakis voltaram para ver o que tinha sobrado na Terra e se surpreenderam com Noé e outros terem sobrevivido. Desistiram de eliminar a raça humana, acabaram com a exploração mineral pois as reservas tinham se esgotado, ensinaram muitas coisas aos sobreviventes, que se tornaram os antigos Sumérios. Na verdade, a civilização suméria foi inexplicável, pois ela surgiu repentinamente, já com uma cultura muito avançada.

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Célio Pezza é escritor e colunista de diversos jornais e revistas no Brasil. Seus romances misturam ficção com realidade e trazem fortes mensagens por trás de cada história. Seu livro As Sete Portas foi traduzido para o inglês e editado no Canadá, EUA e Inglaterra. Sua mais recente obra, A Tumba do Apóstolo, foi lançada em 2014.