Frustração e inveja surgem do desejo material e de aceitação. E delas vêm a necessidade de fingir nas redes sociais uma felicidade nada autêntica. Só está livre de inveja uma alma já libertada do mundo material. Veja aqui porque é tão danoso ser tomado pelo ego e como você pode sair desta aflição provocada pelo desejo material desmedido, que impede seu progresso. Aprenda com o mestre espiritual em yoga Giridhari Das:

“A alma quer prazer, mas não aquele vem de fora para dentro.” Krishna já ensinava isso nos textos védicos. E algo explicado há mais de cinco mil e cem anos perfeitamente encaixa-se nos costumes da nosso sociedade midiática atual. É como diz um outro ditado mais atual: “quem fica muito cheio de si, fica vazio”.

A pessoa fica sem condições de receber sabedoria e sem interesse de enxergar, sobretudo, as suas falhas. Vêm à mente termos variados, como vaidadeorgulhoegoísmo e, até mesmo, o narcisismo para descrever este estado mental.

Tudo isso torna-se ainda mais exacerbado nos dias atuais, por meio da utilização das redes sociais. Medimos cada curtida, quantos seguidores e quantas visualizações para tudo que nos cerca. A competição é gigantesca. Todo mundo pode ver seu grau de popularidade com precisão digital, gráficos e tabelas. Isso tem levado as pessoas, de um modo geral, à uma busca desesperada por mais reconhecimento. O desejo natural por ser visto, ouvido e valorizado, que todo ser humano tem, é facilmente levado aos extremos doentios nos dias de hoje. Na tentativa de exaltar a si mesmos, acabam, por fim, diminuindo sua própria grandeza interior.

O maior de todos os obstáculos para seguir o caminho de autoaprimoramento e autorrealização talvez seja a falta de abertura para o aprendizado. Este é o mais danoso justamente porque com a mente fechada, nem sequer podemos considerar a necessidade de nos aperfeiçoarmos.

Se o que falta é que os demais seres reconheçam nossa grandeza, poder, beleza e talento, como haverá abertura para ouvir o outro? ” – Giridhari Das 

Há enorme sofrimento imediato em viver nesta dependência constante da favorável opinião alheia. Um estado constante de ansiedade se instala. O medo de se sentir diminuído, excluído ou esquecido mina o bem-estar. E nesse sentido, amigos e amigas, ninguém pode machucar a vocês mais do que vocês mesmos. 

Se já nos achamos tão incríveis, 

como pode surgir uma vontade de buscar ser melhor? 

Quando somos tomados pela necessidade de sermos reconhecidos, confirmados e apreciados, perdemos a vontade de sermos melhores.

Munidos desses sentimentos de prepotência, como será possível desenvolver o desejo de reconhecer nossas falhas?

Como nossa necessidade de aprender com o outro poderá perdurar? 

A solução para toda essa exaltação de estilos de vida vazios e sensação de falta de completude é cultivar a modéstia. Modéstia para avaliar a necessidade de avançar, para reconhecer o quanto você pode melhorar. E, também, para aceitar as instruções para tal. Com modéstia você pode se livrar da doentia necessidade de reconhecimento e, assim, abrir espaço para ser feliz em ser você, simplesmente.

Esse é o meu chamado para você que lê. Não fique preso ao mundo material e ao mundo artificial da internet. Dê uma chance para as realidades espirituais e metafísicas, conhecendo mais o seu eu interior. E para incentivar sua busca, recorro assim, não a antigos ditados, nem versos dos mestres do passado, mas a um dos memes mais atuais, quando se pensa em frugalidades na internet: Num mundo cheio de “kardashians”, sejam mais como a princesa Diana, que sempre levava seu olhar generoso para os que dela precisavam.

Enviado por HARLLEYALVEZCOMMUNICATIONS

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Criador do Site Verdade Mundial, fotógrafo por amor e profissão. Um inquieto da sociedade! Acredito que podemos mudar o pensamento das massas com a informação. Temos as ferramentas e a vontade de ver um Mundo melhor e livre. Estamos nessa luta há dez anos e em frente!