Astana é a nova capital do Cazaquistão, totalmente construida no século 21, pelo seu presidente, Nursultan Nasarbayev, um dos homens mais ricos do mundo. Em 1991, data da independência do Cazaquistão da União Soviética, a capital era a cidade de Akmola, em uma área deserta. A partir da independência, essa cidade foi totalmente reconstruida com ajuda de petrodólares e, em 1998, passou a ser chamada de Astana. Desde então, é governada por Nursultan, que venceu todas as eleições, sendo a última, com 98% de aprovação. A cidade é surpreendente, cheia de símbolos ocultistas, dentro das propostas de uma Nova Ordem Mundial e com uma evidente proposta de adoração ao Sol. De 1998 até 2012, o PIB do Cazaquistão aumentou em média 10% ao ano e nos últimos 5 anos, em que o mundo entrou em crise, ele continua a crescer 3% ao ano. O país é a mais forte economia da Ásia Central e já está entre as nações mais competitivas do mundo.

Nos últimos anos, vem mudando a estratégia de grande produtor de petróleo para grande produtor de energia limpa. O edificio principal da cidade é a Pirâmide da Paz, com 62 x 62 m de base e 62 m de altura, e 25 mil m2 de área útil,  dedicado à união de todas as religiôes do mundo, em volta da adoração ao Sol. O interior é todo simbólico. Tem a Ópera House no subsolo, mais escuro, para entreter as massas. No piso médio temos a Sala de Conferências, mais clara, onde todas as reuniões são em volta do Sol. Simbolicamente, enquanto a população está sendo entretida na base da pirâmide, os iluminados estão acima, traçando os rumos da Nova Ordem. Acima deste nível, temos O Ápice da Pirâmide da Paz, totalmente redonda e de vidro, iluminado pelo Sol.

Este é o mundo superior, a casa dos imortais, dos verdadeiros iluminados. Em outras palavras, essa enorme pirâmide é uma representação da filosofia dos iniciados e uma representação do poder que está para vir, uma Nova Ordem Mundial. Toda a construção está cheia de símbolos esotéricos. Ao seu lado, temos o Palácio Presidencial, situado no final de uma rota cerimonial, ladeado por duas enormes colunas, tal qual um templo egípcio antigo. O governo da Terra deve ser padronizado, quando a Ordem for restabelecida. Uma só religião (a Luz, representada pelo Sol), um só governo, uma só moeda, um só exército, um só objetivo, ou seja, a evolução do Homem e sua participação junto a outras civilizações de outros mundos. Nesse ponto, espera-se a Paz na Terra. A cidade de Astana, por todos seus aspectos ocultistas e mensagens claras de uma unificação das religiões, dos sistemas de governo, da procura pela iluminação, da evolução da espécie como um objetivo final, do uso de energias limpas, da ordem depois do caos, do banimento da energia atômica para fins bélicos, do entendimento e aceitação de outros mundos habitados, da quebra de tabus milenares a respeito inclusive de nossa criação, enfim, por isso e por muitas outras coisas, está sendo chamada de cidade dos Illuminatis ou simplesmente, cidade dos Iluminados. Os membros da elite mundial estão trabalhando para unir o mundo em um único governo e espalhando pelo mundo seus símbolos. Como a população em geral não sabe o que representam, esse trabalho passa despercebido. Mas ele está aqui e muito presente. Astana é a prova disso.

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Célio Pezza é escritor e colunista de diversos jornais e revistas no Brasil. Seus romances misturam ficção com realidade e trazem fortes mensagens por trás de cada história. Seu livro As Sete Portas foi traduzido para o inglês e editado no Canadá, EUA e Inglaterra. Sua mais recente obra, A Tumba do Apóstolo, foi lançada em 2014.