“Não existe esquerda ou direita. Quem ta no governo tem que colocar a roda pra girar…” Um mecanismo infinito…

Nota: Somos da opinião que é mais fácil achar uma girafa no senado que um político honesto, por isso não estamos aqui pra defender nenhum lado, mas sim mostrar o trabalho de quem pode expor a podridão do País entre linhas, cabe ao leitor ou espectador entender isso, caso contrário em comentários agressivos entenderemos o nível de retrocesso mental dos mesmos. Obrigado. 

“A série mostra como PT e PMDB montaram um enorme esquema de corrupção de lavagem de dinheiro. Um esquema que lesou os brasileiros, com a participação clara de Lula e Temer, que, durante boa parte do tempo, foram sócios da corrupção sistêmica, lógica estruturante da política no Brasil. E a esquerda quer polemizar o uso do termo ‘estancar a sangria’? Não é preciso ser nenhum Sigmund Freud para concluir o que a esquerda revelou sobre si mesma ao se ater a este ponto”, apontou Padilha.

A Netflix foi inserida dentro de uma queda de braço política com a série O mecanismo. Assinada pelo cineasta José Padilha e estrelada por Selton Mello, a produção conta a história dos bastidores da operação Lava-Jato, que desnudou um grande esquema de corrupção no país, envolvendo grandes nomes do Legislativo e do Executivo nacional.

Uma das razões para esse queda de braço deu-se no momento em que a produção atribuiu uma fala (“estancar a sangria”) ao personagem que representaria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fora da ficção, as frases foram ditas pelo senador Romero Jucá (MDB-RR) em uma conversa com o ex-senador e ex-presidente da Transpetro (empresa de transporte e logística da Petrobras), Sérgio Machado. O trecho da conversa envolvendo Jucá e Machado foi divulgado em 23 de maio de 2016.

NOMES FICTÍCIOS MAS HISTÓRIAS REAIS, OU QUASE…

Não demorou muito para começarem as críticas à produção. Nomes ligados à esquerda apontaram descontentamento com a série e ensaiaram um boicote à Netflix. Professor, crítico de cinema e editor do site Cinema em Cena, Pablo Villaça fez severas críticas à produção e ao serviço de streaming. As opiniões de Villaça repercurtiram com grande impacto nas redes sociais. No portal em que escreve, ele citou várias razões que o levaram a cancelar o serviço de streaming. Em entrevista ao Correio, ele explica que O mecanismo foi “apenas a gota d’água” para o cancelamento do serviço e que não existia o plano prévio de começar um boicote em massa contra a Netflix.

“Quando eu cheguei a essa gota d’água para cancelar, eu tirei a tela (um print screen, da confirmação do cancelamento), botei no meu Twitter, e o pessoal foi tirando também, e eu fui retuitando e, de repente, quando eu vi ,virou um movimento, mas não foi uma coisa organizada”, destacou Villaça. “Quando a Netflix toma a decisão de fazer um contrato, com um cara como o José Padilha, para fazer uma série sobre a Lava-Jato, eles sabiam exatamente qual ia ser o resultado.

FONTES: Super Abril | Correio Braziliense

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