Abril de 2018 foi o terceiro mês de abril mais quente desde que os registos de temperatura começaram em 1880, de acordo com dados divulgados pelo Centro de Informação de Ambiente Nacional da NOAA, na quinta-feira. A NASA também classificou abril de 2018 como o terceiro mês de abril mais quente.

As duas agências garantiram ainda que os dois únicos meses de abril mais quentes que o deste ano foram os de 2016 e 2017. As diferenças ocasionais entre os dados da NASA e da NOAA devem-se maioritariamente à forma como são recolhidos os dados em regiões como o Ártico, onde existem poucas estações meteorológicas.

Os rankings de abril foram mais frios do que o que temos visto nos últimos dois anos, por causa, especialmente, das máximas mais frias do que o normal na América do Norte, para além da presença de temperaturas frias nos oceanos a Este do Pacífico, por causa do evento La Niña, que terminou em abril.

As temperaturas médias globais dos oceanos em abril de 2018 foram as terceiras mais quentes já registadas e as do solo ficaram em nono lugar, de acordo com a NOAA.

Um ano de grandes prejuízos por causa de desastre meteorológicos
Mais de mil milhões de dólares foram gastos no mês passado, nos EUA, por causa de várias tempestades pelo globo, de acordo com o Relatório de Catástrofes de 2018 referente ao mês de abril, produzido por Aon Benfield: Só na China, uma tempestade provocou 1,5 mil milhões de dólares em prejuízos na agricultura. Eis a lista de eventos meteorológicos mais caros em 2018 (até agora):

Seca na Argentina e Uruguai – 0 mortes e 3,9 mil milhões de dólares.

Tempestade Frederico e outras na Europa – 13 mortos e 2 mil milhões em prejuízo.

Tempestade Riley nos EUA – 2 mil milhões de dólares e 9 mortos.

Tempestades de Inverno na China – 1,5 mil milhões em prejuízos e 0 mortos.

Tempestade Eleanor e Carmen na Europa – 7 mortos e 1, 25 mil milhões.

Tempestade Grayson nos EUA – 22 mortos e 1,1 mil milhões de dólares.

Tempestade na China – 2 mortos e 1,1 mil milhões em prejuízos.

Designer de Moda, reikiana, praticante e apaixonada por Yoga, Manoela desenvolveu um grande interesse na conexão espiritual entre o passado, presente e o futuro da humanidade, seus caminhos e mudanças ao longo dos séculos. Suas pesquisas para o Verdade Mundial vem sendo amplamente visualizadas nas áreas da sociedade e espiritualidade.