No topo do altiplano boliviano, ao sul do lago Titicaca e do antigo complexo de Tiahuanaco, encontramos as antigas ruínas de Puma Punku.

Acredita-se que Puma Punku tenha sido erguido pela antiga cultura Tiwanaku na era do bronze, entre 1.000 e 2.000 anos atrás. O antigo local abriga algumas das estruturas de pedra mais fascinantes da superfície do planeta.

Envolta em mistério, o sítio arqueológico de Puma Punku é uma das maiores dores de cabeça dos arqueólogos que não conseguem explicar como as antigas culturas cortaram e moldaram pedras de granito com precisão incrível, transportaram blocos de pedras que pesam mais de 50 toneladas e colocou-os em posição como um quebra-cabeça, de modo que nem uma única folha de papel possa se encaixar entre eles. Mas se isso não fosse um mistério, há ainda aquela pequena anomalia magnética presente em Puma Punku.

Acredita-se que as pedras em Puma Punku foram extraídas pela cultura Tiwanaku no Cerro Khapia, localizado a 70 quilômetros de distância.

A questão que surge aqui é… como os antigos conseguiram transportar esses enormes blocos de pedra, com dezenas de toneladas de peso, através de 70 quilômetros desde sua pedreira até Puma Punku?

A anomalia magnética

Esta característica misteriosa que faz Puma Punku ainda mais estranho foi descoberto pelo pesquisador e autor Brien Foerster.

Em um vídeo publicado em sua conta do YouTube, Brien Foerster nos leva em uma viagem ao Altiplano boliviano, onde ele passa por Puma Punku e nos mostra como certas rochas no local – as Pedras Cinzentas da Puma Punku – exibem anomalias magnéticas.

Essas características curiosas foram completamente ignoradas por pesquisadores que estudaram Puma Punku no passado.

Aqui está outro vídeo onde podemos ver a curiosa anomalia magnética presente nas pedras cinzentas de Puma Punku.

Criador do Site Verdade Mundial, fotógrafo por amor e profissão. Um inquieto da sociedade! Acredito que podemos mudar o pensamento das massas com a informação. Temos as ferramentas e a vontade de ver um Mundo melhor e livre. Estamos nessa luta há dez anos e em frente!