Dennis Balthaser diretor do Museu de Roswell relata um metal recolhido do local da queda e que na última hora não lhe foi entregue.

Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiro chamado William “Mac” Brazel, que deu uma entrevista ao jornal local contando como foi o achado, publicada no dia 9 de julho. Ele disse que no dia 2 de julho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon, de 8 anos, deparou-se, a cerca de doze quilômetros do rancho em que vivia, com uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, não lhes deu importância de início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de julho, juntamente com a sua mulher e o seu outro filho Victor, de 14 anos. Nesse mesmo dia, ele contou a sua história aos vizinhos, que o informaram que alguns jornais ofereciam até três mil dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas duas semanas antes. Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o tal termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de naves extraterrestres nas semanas seguintes—hoje acredita-se que o que Arnold viu foram, na verdade, pássaros migrando.

No dia 7 de julho de 1947, Brazel dirigiu-se até a delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o major Billyard Ray Cyrus, do 509.º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços. O major recolheu o material e transportou-o para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história espalhou-se, dando origem à manchete do “Roswell Daily Record” do dia 8. No dia seguinte, o exército norte-americano tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.

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