Quando falamos em atualidade temos em mente um mundo agitado, com grandes avanços tecnológicos, mas que deixou a essência humana para trás. São várias redes sociais para comandar, postagens de hora em hora para alertar os outros da sua felicidade e claro, um retorno vazio da mais pura e límpida importância nenhuma. Sim, ninguém liga se você está feliz ou não nas redes. Ok não vou generalizar, conte na palma da mão as pessoas que realmente se importam com você e estão conectadas online. Pois quem vive, está realizando na vida real, não nas redes, nos likes ou compartilhamentos.

Usamos as redes como grande ferramenta de trabalho, o que embaralhou os fatos para a maioria dos usuários que utilizam delas para compartilhar o seu social, como a conhecemos. Criar uma realidade incrível. Você viaja, precisa mostrar, você janta, precisa mostrar, até mesmo quando está doente de cama, precisa mostrar. E isso vai além, muitas pessoas tiraram a própria vida ao vivo em transmissões via redes sociais, e adivinhem, foram assistidas, nada mais.

Acordem leitores, se você está lendo um jornal, já faz uma boa diferença, está mais palpável do que as telas azuis que emitem raios prejudiciais a saúde, principalmente antes de dormir, quando a maioria resolve surfar nas redes.

O número de crianças com problemas de visão, falta de vitaminas encontradas no contato com a natureza, terra, sol, entre outros elementos está em seu auge. E os pais preferem dar um ipad para distrair a criança enquanto são sugados em seus perfis da felicidade plena, sabendo que na maioria das vezes. Os olhares vazios estão presentes do lado de fora da tela.

Estamos ansiando por momentos incríveis como o autor famoso Augusto Cury intitula de “A Síndrome do Pensamento acelerado”.

“A síndrome do pensamento acelerado é muito prejudicial para a mente, pois dificulta o desenvolvimento de capacidades essenciais como a criatividade, a inovação, a reflexão e até a vontade de continuar tentando, sem desistir, gerando uma ansiedade crônica e insatisfação prolongada”.

Dicas para combater essa síndrome

Estudar ou trabalhar com música ambiente relaxante, num baixo volume, mas o suficiente para ser ouvido e apreciado. Sons da natureza e música clássica são bons exemplos de estilos musicais que aumentam a concentração e trazem sensação de paz e serenidade para a mente;

Separar até 3 momentos do dia para entrar nas redes sociais, e não estar sempre online, nem entrar nas redes sociais a cada 5 minutos para evitar o excesso de informações e de estímulos na mente durante o dia;Ao conversar pessoalmente com amigos expor os sentimentos e contar sobre suas vitórias e derrotas porque isso humaniza as relações e a tornam mais fortes e resistentes, sendo mais apreciadas que a realidade virtual, que pode aprisionar a mente.

Conteúdos inteligentes e que agregam ao seu ser: www.verdademundial.com.br