Um terremoto de magnitude 6,1 na escala Richter atingiu Luzón, principal ilha das Filipinas, na última segunda-feira, 22, deixando ao menos 16 mortos. Segundo o Conselho Nacional de Gestão de Redução de Riscos de Desastres das Filipinas (NDRRMC), há 14 desaparecidos e 81 feridos. O terromoto foi seguido por um outro de magnitude 6,3, que abalou a província de Samar, na região central das Filipinas, na madrugada desta terça, 23. Ainda não há informações sobre as vítimas.

A província de Pampanga foi a mais atingida — 15 pessoas morreram, segundo a governadora Lilia Pineda. Ela solicitou que o estado de calamidade fosse declarado o mais rápido possível “para ajudar rapidamente as famílias das vítimas e aqueles cujos imóveis sofreram danos”.

Distante 60 quilômetros da capital, Manila, o tremor prejudicou transporte aéreo, ferroviário e rodoviário. Em Pampanga e Zambales houve sérios danos em estradas, pontes e linha férrea. O Aeroporto Internacional de Clark permanecerá fechado até amanhã, pois a torre de controle foi danificada. Parte da Igreja de Santa Catarina de Alexandria, localizada em Porac, com data do século XVII, desabou. Na capital Manila, as aulas e o expediente nas repartições públicas estão suspensos para avaliação de possíveis danos e a revisão dos edifícios.

O complexo de apartamentos Anchor Skysuites, de 53 andares e 181 metros derramar a água de uma piscina de 25 metros localizada na cobertura. De acordo com o Infobae, a estrutura da piscina sofreu danos e começou a “vazar” após o incidente.

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