Um vazamento de três mil litros de ácido sulfúrico pelo mar foi registrado na terça-feira nas instalações da Autoridade Portuária de Guaymas (Apiguay), em Sonora.

O vazamento, devido a uma falha em uma válvula da empresa Grupo México, ocorreu às 13h48 e foi registrado na área onde os navios são carregados com esse ácido. Assim, o vazamento começou no mar, onde era possível ver como uma coluna de fumaça branca, relataram os trabalhadores.

Os eventos ocorreram quase cinco anos depois que o Grupo México derramou 40.000 metros cúbicos de metais venenosos no rio Sonora.

Abraham Larios Velarde, administrador da Apiguay, confirmou que o derramamento de ácido sulfúrico no mar ocorreu quando testes estavam sendo realizados para carregar um navio.
Devido às temperaturas ou ao clima, explicou, uma das válvulas foi derrotada e pequenas poças foram lançadas no mar, o que, devido à reação com a água, parecia ser uma grande quantidade, mas isso deve ser determinado pelo Ministério do Meio Ambiente. e Recursos Naturais (Semarnat). “Ficamos à margem”, disse ele.
Larios Velarde esclareceu que nesse acidente não havia feridos e que o plano de contingência foi aplicado pelos órgãos de proteção civil do Grupo México e da Marinha.

Por meio de uma declaração, foi relatado que “às 13h50, os trabalhadores do Grupo México começaram a fechar as válvulas e começaram a reiniciar os tanques para evitar um derramamento considerável”.

Por seu turno, o Grupo México informou que “ocorreu um evento que causou a descarga de ácido sulfúrico devido ao fracasso de uma válvula que causou a liberação de 3 mil litros”.

De acordo com o anúncio, desde terça-feira, a transferência de ácido do contêiner para um tubo está em andamento. A Marinha estava presente no local, depois de avaliar o local e descobrir que a situação estava sob controle, determinaram que não era necessário ativar o plano de emergência.

Eles condenam 
A este respeito, o vice da coligação Juntos, vamos fazer história, Carlos Navarrete Aguirre, presidente da Comissão de Minas e secretário da Comissão do Meio Ambiente no Congresso de Sonora, na sessão parlamentar apelou ao governo federalar início ao processo para a retirada da concessão ao Grupo México.

“Quase cinco anos atrás, em 6 de agosto de 2014, [Grupo México] derramou tóxicos no rio Sonora, afetando cerca de um milhão sonorenses que vivem em Cananea, Arizpe, San Felipe, Banamichi, Baviácora, Aconchi, Huépac Ures e Hermosillo,…”

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