Bombas nucleares

Em 16 de julho de 1945, aconteceu a primeira explosão de uma bomba nuclear. Ela fazia parte do projeto Manhattan dos EUA e foi desenvolvida em Los Alamos no Novo México. Logo após, em 06 de agosto de 1945 foi jogada uma bomba atômica em Hiroshima; em seguida, em 09 de agosto, outra foi detonada em Nagasaki. Os resultados dessa barbaridade, todos nós sabemos. Anos após o teste de Los Alamos, perguntaram ao cientista chefe do projeto Manhattan, o físico Robert Oppenheimer, se aquela tinha sido a primeira bomba a ser detonada no mundo. Ele respondeu: “Bem, sim, na História Moderna”. Essa sua resposta foi bastante significativa, pois ele era bem familiarizado com a literatura hindú e sabia que no Mahabharata, Bhagavad Gita e no Ramayana, livros épicos em sânscrito da Índia Antiga, existem citações de guerras com o uso de bombas nucleares há mais de 10.000 anos.

O tradutor Kisari Mohan argumenta que nesses textos antigos existem detalhadas descrições de grandes holocaustos nucleares, como os de Hiroshima e Nagasaki. O império Rama, descrito nesses livros, foi contemporâneo da Atlântida, situada no meio do Oceano Atlântico. Houve uma época, em que a guerra entre eles eclodiu, motivada por uma tentativa da Atlântida em subjugar o império Rama. Os atlantes atacaram com suas naves voadoras, mas foram repelidos pela força mental dos sacerdotes de Rama. A Atlântida não ficou satisfeita com essa derrota e usou sua arma mais poderosa e destrutiva contra os hindus. Um dos textos diz que: “Gurkha, voando um vimana veloz e poderoso, lançou um único projetil, carregado com o poder do Universo. Uma coluna incandescente de fogo e fumaça, tão brilhante quanto dez mil sóis, levantou-se com todo o seu esplendor. Era uma arma desconhecida, que reduziu a cinzas toda a raça dos Vrishnis e dos Andhakas. Os cadáveres estavam tão queimados, que eram irreconhecíveis.

Depois de algumas horas, cabelos e unhas caíram, os pássaros ficaram brancos e todos os alimentos foram infectados”. Curiosamente, arqueólogos modernos encontraram na Índia e no Paquistão, evidências de antigas explosões nucleares. Escavações em Harappa e Mohenjo Daro descobriram esqueletos nas mais diversas posições, como se uma desgraça instantânea tivesse caído sobre eles. Esses esqueletos estão entre os mais radioativos já encontrados, equivalentes aos de Hiroshima e Nagasaki.  Fora isso, existem blocos de pedras e cerâmica fundidas, evidências de temperaturas altíssimas. Mais tarde, a Atlântida encontrou sua própria desgraça, afundando no oceano, de acordo com Platão, devido a um cataclismo causado pelo descontrole de suas armas de altíssimo poder de destruição. Se avançarmos no tempo, temos a destruição de Sodoma e Gomorra, descrita na Bíblia.

“Então o Senhor fez chover enxofre e fogo do céu, que destruiu essas cidades, toda a planície, todos os habitantes e o que crescia no chão. E eis que a fumaça da terra subia como a fumaça de uma fornalha”. Essas cidades foram identificadas na região do Vale do Sidim, no extremo sul do Mar Morto, assim chamado pela altíssima concentração de sal em suas águas. O rio Jordão e outros rios menores correm para dentro dele. O Mar Morto está a 427 m abaixo do nível do mar e sua profundidade é de aproximadamente 350 m. Suas águas tem um índice de radioatividade dez vezes maior que a média da água dos outros mares e uma alta concentração de metais pesados, que poderiam ser provenientes dessa antiga explosão nuclear na região.

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