Até agora, as autoridades chinesas disseram que a origem do coronavírus na cidade de Wuhan não é conhecida, mas poderia ter sido em um mercado de peixes e animais silvestres. O que não dizem é que em 2017 foi inaugurado nessa mesma cidade o maior laboratório da China especializado em armas biológicas, onde ficam armazenadas as cepas dos mais terríveis vírus como o Ebola, SARS, H5N1, Antrax encefalite japonesa, dengue e muitos outros dos quais nem sabemos os nomes. Esse laboratório de biossegurança está localizado a cerca de 30 km do mercado que poderia ter sido o ponto de origem do coronavírus.

Em 2017, especialistas em biossegurança dos Estados Unidos alertaram, na revista Nature, que algum vírus poderia escapar dessa instalação, mas isso nunca foi levado em conta pela Comissão de Saúde da China. Na época, Tim Trevan, consultor inglês de biossegurança em Maryland, nos EUA, disse que a estrutura da China, onde as pessoas não se sentem à vontade para se expressarem e onde não existe uma abertura de informações, é propícia a falhas na segurança, em uma instalação desse tipo. Enfim, esse foi o primeiro laboratório a obter um credenciamento BSL-4 (Biosafety Level 4) em toda China.

Existem pouquíssimos laboratórios desse nível no mundo, onde são manipulados vírus potencialmente mortais. Isso inclui testes em animais, sendo que na China, esses testes são muito mais flexíveis do que em outras partes do mundo. Já o Dr. Dany Shohan um analista oficial da Inteligência de Israel especializado em guerra biológica, disse ao jornal Washington Times, que o coronavírus pode ter escapado desse laboratório. As autoridades chinesas se limitam a dizer que não sabem qual a origem do vírus, que já infectou até o dia 24 de fevereiro de 2020, um total de 79.600 pessoas em todo o mundo, causando 2.650 mortes.

Na China, temos 77.150 pessoas infectadas e 2.500 mortes. A taxa de mortalidade, de cerca de 3%, não é no momento muito alta, mas o problema é o alto índice de transmissão, que está crescendo assustadoramente a cada dia, já atingindo quase todos os países da Ásia e da Europa. Enquanto isso, o grupo de Cientistas Atômicos adiantou o Relógio do Apocalipse de 120 segundos para 100 segundos, sendo a marca mais próxima do final do mundo desde sua criação em 1947