O que estamos presenciando no cenário atual, que ficou muito nítido com a pandemia (ou FRAUDEmia) é uma quantidade enorme de informações errôneas, manipuladas com princípios estabelecidos; desinformação.

A desinformação é uma arma efetiva para controle das massas. Era ela, a “dezinformatsiya”, a arma secreta utilizada pela KGB, serviço secreto soviético nos tempos de guerra, ao qual consiste em alterar registros e reescrever a história, ou seja, manipulação dos fatos. Foi a ferramenta mais eficiente usada pelo Kremlin em sua guerra contra o ocidente.

Um exemplo claro disso é o “Protocolo dos Sábios de Sião”, uma criação soviética para plantar a semente do antissemitismo no mundo. A “glasnost” é outro exemplo perfeito do uso da “dezinformatsiya”. Conforme toda mídia, a glasnost tratava-se de um esforço iniciado por Mikhail Gorbachev para levar a União Soviética em direção à democracia, o que lhe rendeu até o prêmio Nobel da Paz. Contudo, na realidade, se tratava de um velho termo russo para o ato de polir a imagem do governante; uma forma de autopromoção, publicidade usada desde o século XVI por Ivan, o terrível.

Nos dias de hoje, nada mudou, em todos os cenários. Com a pandemia do Corona vírus ficou explícito o poder que a desinformação aliada ao medo tem de manipular a mente das massas. Bastou o governo dizer “Fique em casa!” para grande parte da população seguir este “conselho” sem titubear, e ainda se voltar contra quem discordou pensando nos impactos econômicos e sua ampla rede de vertentes. Obrigaram o uso da mascara, sem nem se quer ter um estudo que comprovasse sua eficácia; e o que as pessoas fizeram? Começaram a colecionar mascaras e trucidar quem não faz o uso. A cada dia surgem novas informações, mas de fato, ninguém sabe o que é verdade, ainda mais com grandes instituições como a OMS, que já caíram várias vezes em contradições e tem lá suas ideologias políticas.

Enquanto os governos fazem alarme e a mídia faz sensacionalismo sobre um número inflado de mortes, outros relatórios apontam que dessa grande catástrofe, as mortes ocorridas unicamente pelo vírus em si, sem outros fatores, é muito menor; 6% conforme o CDC (Centers For Disease Control and Prevention).

Somando tudo, há um único resultado: Desinformação. Números alterados, registros modificados, falsificações de dados, contradições científicas e por aí vai…

Desinformação, essa mesma que em um passado pouco remoto fez uma grande parcela da população acreditar que o comunismo era igualdade, que o Papa Pio XII era um nazista, que os judeus eram uma raça impura. Mudam-se os personagens, mas o enredo é o mesmo.

Se analisarmos a situação de outra perspectiva, veremos que o que a pandemia mais trouxe foi à perda da liberdade. Dia após dia, nossa liberdade vai sendo solapada. A começar pelo direito de ir e vir, uma garantia fundamental da constituição. Decretos municipais, atrás de decretos estaduais, atrás de imposições feitas pela ditadura da toga (STF) tirando pelas pontas o livre-arbítrio, que de fato, quase não existe. Parece nitidamente que estamos caminhando para uma distopia como descrita no livro 1984, por George Orwell, onde na mesma, a desinformação também era uma ferramenta primordial para manter o controle das massas. Onde o passado era alterado sempre que necessário para atender as necessidades do “Grande Irmão”; o governo. Pessoas indesejadas eram removidas da sociedade e seus registros eram apagados. Mera ficção? Pois bem, durante o regime de Stálin, isso foi uma realidade. Pessoas eram mortas, removidas de fotografias e apagadas dos registros.

Logo chegarão as vacinas, e sabe-se lá quais seus componentes e seus verdadeiros objetivos. Evidências de seus propósitos ocultos não faltam.  O fim do dinheiro físico, onde os tramites legais já estão correndo. O sistema de rastreamento de pessoas já está acoplado conjuntamente em ambos os itens anteriores. O fim das coisas como vemos; o Grande Reset tão aclamado por instituições como o Banco Mundial e o Fórum Econômico Mundial.

Desinformação, medo e controle, elementos que preenchem a equação da Causa, efeito e solução.

Como dizia Yuri Andropov, chefe da KGB: “Desinformatsiya é como cocaína. Se você cheirar uma ou duas vezes, não muda a sua vida. Se, contudo, você cheirar todo dia, fará de você um viciado”.

Uma bela analogia para estes tempos, onde as pessoas levam o que a mídia notícia ao pé da letra, e o pensamento crítico foi deixado de lado. Esse mesmo pensamento crítico que era considerado crime gravíssimo na distopia de Orwell.

Esta mesma mídia que recebe dinheiro do governo e possui sua propriedade majoritária pertencente à elite que comanda o mundo. Já dizia Joseph Goebbels, ministro da propaganda da Alemanha nazista; “Dê-me o controle da mídia e farei de qualquer país um rebanho de porcos”.

Escrito por Angela Rizzi, em Setembro de 2020.